Coimbra
x = independently organized TED event

Theme: Entre nós e as palavras

This event occurred on
October 25, 2014
9:00am - 7:00pm (UTC +1hrs)
Coimbra, 06
Portugal

A quinta edição do TEDxCoimbra vai realizar-se no dia 25 de Outubro de 2014 com o mote: “entre nós e as palavras”, extraído de um poema de Mário Cesariny.
O painel de oradores do TEDxCoimbra 2014 é extraordinário e é constituído pelos melhores criativos, cientistas, tecnólogos, empreendedores, pensadores, inovadores, decisores e fazedores que estão prontos a inspirar e a partilhar tudo isto com os participantes.
Venham ao TEDxCoimbra 2014!

(you are welcome to elsinore)

Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício

Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição

Entre nós e as palavras, surdamente,
as mãos e as paredes de Elsenor
E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmo só amor só solidão desfeita

Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar
(Mário Cesariny)

Auditório do ISCAC
Quinta Agricola - Bencanta
Coimbra, 06, 3040-316
Portugal
Event type:
Standard (What is this?)
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Speakers

Speakers may not be confirmed. Check event website for more information.

Baltazar Molina

Referência no cenário musical português, incorporando no seu discurso musical, influências da música árabe, iraniana, turca e indiana. Iniciou o seu percurso musical em guitarra, mas foi através do contacto com a darbuka e o mundo da música árabe, que aos 18 anos decidiu seguir carreira como músico profissional. Ainda que auto-didacta, na sua formação constam períodos de estudo com Shokry Mohamed, Atef Mitkal Kenawy, Pedram Khavarzamini, Zohar Fresco e Ross Daly.

being normal is boring (BnB)

BnB é um projeto experimental, criado e desenvolvido por Frederico Dinis (laptop, beats, effects) e Rui Jesus (guitarra), que resulta da fusão entre a música electrónica ambiental e a guitarra eléctrica e que explora a natureza diversa do som, estabelecendo a ponte com a recriação de sensações e emoções. As sonoridades criadas pelo projeto BnB procuram criar ambientes sensoriais abstractos com o objectivo de gerar interpretações diversas e emoções ambíguas, que transportem os ouvintes para lugares desconhecidos. A narrativa sonora é construída e misturada ao vivo e tem como ponto de partida sonoridades atmosféricas e minimalistas.

Bruno Sena Martins

Licenciado em Antropologia pela Universidade de Coimbra e Doutorado em Sociologia pela mesma instituição. Tem dedicado o seu trabalho de investigação aos temas do corpo, deficiência, conflito e memória social. É Co-coordenador do Núcleo de Democracia, Cidadania e Direito (DECIDe) e Co-coordenador executivo do Programa de Doutoramento “Human Rights in Contemporary Societies”. Desde 2003 é autor do Blogue “Avatares de um Desejo”.

Catarina Martins

Professora Auxiliar do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Investigadora do Centro de Estudos Sociais. Foi leitora, durante vários anos, na Universidade Cheikh Anta Diop de Dakar, Senegal. É Doutorada em Literatura Alemã pela Universidade de Coimbra. Tem publicado sobre temas de literatura comparada e de literatura de expressão alemã, bem como sobre temas africanos na literatura portuguesa e literaturas africanas anglófonas e francófonas. De entre as suas atuais áreas de investigação destacam-se os estudos pós-coloniais e os estudos feministas. É membro da Assembleia Municipal de Coimbra, eleita pelo Movimento Cidadãos por Coimbra, e membro da Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda/Coimbra.

Domingos Silva

Natural do Porto, de 1951. Cumpriu o seu Currículo Académico todo no Porto desde a Escola Primária no Bairro da Azenha, ao Liceu Alexandre Herculano e à Faculdade de Economia. Leccionou na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, na Universidade Católica do Porto, na Universidade Portucalense, na Escola Superior de Jornalismo do Porto e nos Mestrados do INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO (ISCAP) tendo ascendido a Professor Auxiliar Convidado, nas áreas de Marketing e Financeira. Proferiu ao longo dos anos múltiplas Conferências. Foi formador permanente do Instituto do Euro do Ministério das Finanças, da Associação Nacional de Jovens Empresários e da EDP e da RTP. Foi Diretor de Marketing do Banco Pinto de Magalhães, foi responsável da Direção do Gabinete de Estudos Económico-Financeiros da Região Norte do Crédito Predial Português e foi Quadro Técnico da Comissão de Apreciação dos Contratos de Viabilização do Banco de Portugal. Foi membro do Conselho de Administração do Grupo COFACO dos Açores, e consultor económico de várias empresas na Zona Norte. É atualmente Administrador do Casino da Figueira da Foz, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE SÃO MAMEDE DE INFESTA e Membro da Mesa Administrativa da Misericórdia – Obra da Figueira.

Ernesto Costa

Licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade de Coimbra, Mestre (DEA) e Doutor em Informática pela Universidade Pierre et Marie Curie (Paris, França), Doutor em Engenharia Electrotécnica pela Universidade de Coimbra. Os seus interesses de investigação centram-se na área de Inteligência Artificial com um foco em Aprendizagem pela Máquina e em Computação de Inspiração Biológica. Participou na criação do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra, e fundou dois grupos de investigação, o Grupo de Inteligência Artificial e o Grupo de Sistemas Evolutivos e Complexos, ambos no Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra. Em 2009 recebeu o prémio europeu de excelência na área de Computação de Inspiração Biológica. Acredita que Ciência e Arte partilham no essencial os mesmos princípios, e que o grande desafio de todos os futuros é compreender a consciência.

Fernando Duarte

Nasceu em Lisboa, em 1960, vive em Montemor-o-Velho, com uma ligação forte à cidade de Coimbra. Desde a década de 90 que se dedica às Artes Plásticas, com algumas incursões pelo teatro, nomeadamente o CITAC, onde frequentou um curso de formação, bem como outras acções de formação no Citemor em Montemor o Velho. Frequentou nos anos oitenta um curso de dois anos de teatro orientado por Pedro Wilson no teatro do nosso tempo em Lisboa colaborou ainda com dois grupos de teatro como artista plástico, a Marionet e a Companhia Encerrado para Obras, onde colaborou também como letrista para uma das musicas e como assistente de encenação. Tem vindo a colaborar em diferentes projetos e a expor colectivamente em diferentes espaços em Portugal , Itália, Angola e Cabo Verde. Publicou um livro de poesia com ilustrações de sua autoria editado pela Quasi e colaborou em duas antologias, uma organizada pela Temas Originais a outra organizada pela Chiado Editora.

Fernando Matos Oliveira

É docente na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde integra a direção do Curso de Estudos Artísticos. É Diretor do Teatro Académico de Gil Vicente desde 2011. Doutorado em Literatura Portuguesa, tem publicado ensaios sobre teatro, performance, narrativa e poesia. É autor de O Destino da Mimese e a Voz do Palco: O Teatro Português Moderno (1997) e de Teatralidades. 12 Percursos pelo Território do Espetáculo (2003). Organizou e editou a Antologia Poética (1998) e os Escritos sobre Teatro (2001) de António Pedro. Coordenou o Nº 4 da revista Sinais de Cena e, juntamente com Maria Helena Santana, dois volumes de ensaios sobre a cultura melodramática na época moderna e contemporânea, projeto a decorrer no âmbito do Centro de Literatura Portuguesa da FLUC: O Melodrama (I), 1995, e O Melodrama (II): Texto, Imagem, Som, 2010.

Gonçalo Castelo-Branco

Professor Assistente no Departamento de Bioquimica e Biofisica Medica, Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia. É licenciado em Bioquímica pela Universidade de Coimbra e doutorado em Bioquímica Médica pelo Instituto Karolinska, Suécia, tendo sido igualmente investigador pos-doutorado no Instituto Gurdon, Universidade de Cambridge, Reino Unido. É actualmente presidente da Junior Faculty no Instituto Karolinska. Coordena um grupo de investigadores que estuda mecanismos epigenéticos em células progenitoras no cérebro, com o objectivo de encontrar novos agentes terapêuticos que possam induzir regeneração em doenças como esclerose múltipla.

Luisa do Valle

Designer e investigadora na Faculdade de Belas Artes da UP, em fase de finalização do seu doutoramento, mostra de forma inequívoca que o design é a aventura da sua vida. Investiga a pele de papel das cidades: os mapas turísticos das cidades, centrando-os no universo do design de comunicação. Foi responsável pelo desenho do Mapa Turístico da cidade do Porto entre outros mapas. Nasce em 1965 e vive atualmente nessa mesma cidade, onde tem publicados dois catálogos com os seus projetos de design. Vê-se premiada por diversas vezes, destacando-se o 1º Prémio do concurso europeu para logótipo “Eurocities, the network of major european cities”. Está representada em revistas e catálogos da especialidade e profere palestras centradas na temática do design de comunicação. Desenvolveu trabalhos experimentais durante três anos na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UP, relacionando a Psicologia e o Design. Com um péssimo sentido de orientação geográfica, criou um sistema totalmente inovador que permite que os turistas não se percam nas cidades.

Manu De La Roche

Nascida em 1984, natural da Praia da Barra (Aveiro), é um dos nomes mais apelativos do Burlesco e do Fetiche Performático do país. Com formação superior em Teatro, a performer passou por vários caminhos artísticos nomeadamente o Teatro, o Cinema, a Performance e e lecionou Expressão Dramática no primeiro ciclo do ensino básico. É em 2011, no desfile de moda da loja Ás de Espadas, que se profissionaliza na arte do ‘teasing’ – O Burlesco. Os seus espetáculos têm um cariz provocatório, de sátira social e religiosa, de estilo ‘risqué’. Toda a estética artística dos seus acts passa pelo glamour dias anos 30, 40, 50 de Hollywood e pelo estilo Bondage e Fetichista. Trabalhando somente a solo, a artista colaborou com diversos artistas na área da música, sendo o último trabalho, intitulado Life is a Cabernet, com o rei do Cabaret Noir português, Charles Sangnoir. Locais emblemáticos como o Casino da Figueira da Foz, Pensão Amor (Lisboa), Metropolis Club (Lisboa), Fantasma Lusitano (Lisboa), Café Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), Café Teatro A Barraca (Lisboa), The Beat Club (Leiria), Espaço Quatorze (Braga), entre outros por todo o país, costumam ser moradas artísticas da performer, em que o objectivo principal é mostrar o Burlesco por todo o território nacional. Em 2013, a carreira da artista tornou-se mais visível com a sua prestação no primeiro programa de televisão sobre o Burlesco, na CMTV, Palácio do Burlesco; e também com a estreia, em Coimbra, do seu primeiro espetáculo de longa duração, Glamour Noir, em parceria com a companhia de teatro conimbricence Camaleão, que esgotou durante 7 dias de temporada. 2014 é o ano em que a artista prepara o seu segundo espetáculo Glamour Noir II – Exotic Nights, que estreará nas cidades de Lisboa e Coimbra.

Manuel João Vieira

Nasceu em Lisboa, cidade-palco da sua atuação em variadas áreas desde a pintura à música, ao cinema, literatura e política. Licenciou-se em pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 1983 foi um dos fundadores do Grupo Homeostético que atentava sobre as tendências artísticas emergentes na época. Com uma personalidade crítica aguçada tem uma componente humorística e teatral muito forte. Componente esta que é visível através da sua criação cenográfica habitada de espaços inóspitos e ambientes grotescos. Fundador e vocalista das bandas Ena Pá 2000, Irmãos Catita e Corações de Atum também passa pela representação teatral de personagens como Orgasmos Carlos, Lello Universal, entre outros, participando também em longas-metragens, no cinema, e séries televisivas. Em 2011, anunciou a sua candidatura a Presidente da República e a sua biografia fictícia foi alvo de uma série de seis episódios intitulada Mundo Catita.

Maria Julieta

Nasceu na Guarda, em 1945. Em 1965 entrou no Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (RSCM), tendo professado em 1968. Desde então, tem desempenhado várias funções no campo da educação, serviço social e organização interna. Atualmente, é animadora da Rede RSCM Justiça, Paz e Integridade da Criação, em Portugal. Estudou Teologia em Fátima e Salamanca. É licenciada em Ciência das Religiões, pela Universidade Lusófona, onde fez o Mestrado no âmbito da “Justiça, Paz e Integridade da Criação”. Tem-se dedicado ao estudo do Novo Testamento na perspectiva das mulheres. Publicou Justiça, Paz e Integridade da Criação (Revista Lusófona de Ciência das Religiões, Nº IX, 2012 – Série Monográfica); é Co-autora de Maria Madalena (Casas das Letras, 2006) e uma das organizadoras do livro Frei Bento Domingues e o Incómodo da Coerência, (Paulinas, 2013). É membro da CAVITP (Comissão de Apoio às Vítimas de Tráfico de Pessoas), da Conferência dos Institutos Religiosos em Portugal (CIRP).

Miguel Ruivo

Nascido em Coimbra em 1988 demonstrou desde cedo um interesse pelo desenho que utilizava para passar o tempo durante os fins de semana. Mais tarde, em 2010, licenciou-se em Design Gráfico pela Escola Universitária das Artes de Coimbra onde desenvolveu um interesse pela disciplina de Ilustração. Nesse mesmo ano ingressou no mestrado de Ilustração administrado pela Escola Superior das Artes do Porto – Guimarães com o objectivo de desenvolver o interesse adquirido na licenciatura. Finalizado o mestrado, em 2013, encontra-se neste momento a exercer a profissão de Ilustrador freelancer já contando com alguns trabalhos espalhados nas paredes da cidade de Coimbra. É o caso do mural na sala da árvore do bar Aqui Base Tango e a lula na parede do Mercado D. João III.

Paulo Mira Coelho

O amor pela vida é a linha mestra que condicionou muitas das opções deste nativo de Capricórnio, de alma africana, para quem a meia idade tem ensinado que todas as coisas têm um lugar e um tempo próprio para se cumprirem. Desde a inquietada adolescência até aos sessentas, não parou de caminhar, com rumo cada vez mais definido, em direção àquilo que acredita, mesmo contra ventos, apesar das quedas, através de muitas tempestades, de incompreensões e de dolorosos obstáculos. O caminho começou na rádio dos anos 60. Na descoberta de uma revolução estética sem precedentes. Depois foram os jornais e o jornalismo. As revistas, a publicidade, os primeiros textos imberbes e medrosos… e a pesquisa. Sempre a pesquisa e o falar com todos os que tinham a ensinar, muita gente bonita, o tentar experimentar o outro lado das questões, o dizer não, o ficar de pé… mesmo contra a maré. E foi de novo a rádio, o grande sonho e o maior prazer de estar com uma cidade inteira nos ouvidos, que renovou os encontros com o céu. Mais tarde surge o cinema, a fantasia e a televisão, o maior e o mais vil dos meios de comunicação… e o teatro no tempo próprio, naquele lugar onde a maturidade começa a fazer-nos olhar para as coisas simples… e sérias. Do fundo do coração aparece a primeira peça de teatro, depois a segunda e o medo de não se fazer bem, porque por muito andar, por tudo se saber, de repente só se sente que nada se sabe. O primeiro livro, é apenas a história da terra que a memória alcança, e o segundo, e muitos contos não publicados pelo meio, abrem portas ao terceiro livro, e a um grande desafio de mostrar na primeira pessoa os sentimentos e as emoções da vida do ator Ruy de Carvalho, que é no fundo um dos poucos homens transversais à vida dos portugueses. Da rádio ficou a paixão, da televisão a crença, dos jornais a tarimba, da publicidade o desejo de se fazer sempre melhor e diferente, do teatro a experimentação, e dos livros, a dedicação a algo que acumula em si uma vida inteira em todos os pequenos e grandes nadas, porque há que escrever para que alguém passe a gostar de ler.

Pedro Basílio

Natural de Lisboa, aprendeu a profissão de restaurador de mobílias até aos 17 anos. Durante a infância esteve sempre em contacto com o desporto, gostando de correr e de participar em competições sempre que o trabalho o permitia. Esteve federado nos Leões de Odivelas até aos 17 anos, com uma passagem pelo Sporting Clube de Portugal. Deu formação em carpintaria a jovens que não tinham aproveitamento escolar, através do Centro de Emprego de Abrantes, tendo sido convidado posteriormente a montar uma empresa para empregar os jovens que formou. No dia 21 de Abril de 1996 sofreu um grave acidente de viação, que originou a amputação de uma perna. Após 4 meses no hospital, voltou a trabalhar como encarregado de obras na construção civil, tendo-se dedicado novamente ao desporto, desta vez na natação adaptada. Com o decorrer do tempo conseguiu comprar uma prótese para corrida e regressou à prática do atletismo, disciplina onde bateu vários recordes nacionais. Na procura de novos desafios adquiriu uma bicicleta e começou a preparar-se para fazer um triatlo. Depois de experimentar o seu primeiro triatlo preparou-se para os europeu, onde foi medalha de prata, tendo participado desde então em varias competições nacionais e internacionais. Atualmente é vice-campeão do mundo de triatlo em distancia longa e tem como objetivo participar nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Susana Paiva

Nasceu em 1970, em Moçambique. É fotógrafa. Tornou-se fotógrafa ao longo dos últimos 20 anos, que foram anos cheios de aprendizagem e dúvidas. Construiu a sua singularidade através de constante pesquisa e experimentação, descobrindo o seu ritmo, a sua zona de conforto e os seus temas favoritos. Hoje sabe que é uma fotógrafa paciente que requer tempo para a contemplação, para a instalação num determinado espaço ou interação com um determinado assunto. Descobriu que é uma fotógrafa que precisa de estar perto das coisas, para criar emoções – para mover e ser movida – e partilhar generosamente os projetos fotográficos e os ideais. Entende agora que é empurrada por uma imensa necessidade de transfigurar a realidade e para navegar na poética dos fragmentos da vida cotidiana, e que a fotografia se tornou a sua primeira língua, substituindo gradualmente a palavra primordial na sua interação com o mundo. Hoje sabe que, só quando compartilha as imagens que cria, assim como a paixão que tem pela fotografia, fica preenchida não apenas como profissional mas, mais importante, como ser humano.

Paulo Bastos

Iniciou a sua atividade musical com apenas 9 anos, iniciando o estudo da guitarra aos 10. Frequentou o curso de guitarra clássica no Conservatório de música de Coimbra e complementarmente no Conservatório de Música, Calouste Gulbenkian, de Aveiro onde terminou o 8º Grau/Ano (curso complementar de música). Paralelamente frequentou o Curso Superior de Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações na Universidade de Aveiro que concluiu no ano 2000. Frequentou também o Curso Superior de Licenciatura em Ensino de Musica vertente Guitarra Clássica na mesma Universidade. Frequentou mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento na Guitarra Clássica muitos dos quais orientados por nomes internacionais da guitarra. Paulo Bastos foi também o autor do portal Internacional de Guitarra Clássica www.all4guitar.com e participou em diversos cursos/workshops de jazz. Sempre com bastante interesse pelas raízes da cultura Nacional, dedicou-se também de forma autodidata ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses como o Cavaquinho, a Gaita-de-foles e a Guitarra Portuguesa. Desde tenra idade (12 anos) fez parte muitas e variadas formações de Musica Clássica, Pop/Rock, Musica Tradicional e Jazz. Tem vindo a dar concertos em muitos e variados locais, quer individualmente quer com os mais diversos tipos de formações Atualmente com o seu projeto a solo faz espetáculos com influências de musica tradicional portuguesa e do mundo, com componente de danças também elas tradicionais do mundo, onde canta e toca recorrendo diversos instrumentos como a guitarra clássica, o cavaquinho português, a guitarra portuguesa (de Coimbra), o contrabaixo e a Harmónica diatónica, misturando vozes e instrumentos através de uma Loop Station em tempo real. Neste projeto são incluídos temas originais e/ou arranjos originais de temas da musica tradicional.

Organizing team

Frederico
Dinis

Coimbra, Portugal
Organizer