Coimbra
x = independently organized TED event

Theme: ...e se os pensamentos voassem?

This event occurred on
October 15, 2011
8:00am - 6:00pm WEST
(UTC +1hr)
Coimbra, 06
Portugal

...e se os pensamentos voassem?

...se os pensamentos voassem, as ideias poderiam ser como o vento, que quando passeia, cada um de nós o pode sentir, ora como uma brisa, quando quer ser discreto, ora como uma rajada, quando precisa de se impor, e a quem ninguém é indiferente!

...imaginemos as ideias no ar, invisíveis ao nosso olhar, mas impossíveis de ignorar, a pular de cérebro em cérebro, a poisar nas nossas mentes e a fazer-nos projetar o nosso futuro.

... se os pensamentos voassem, seria possível, mesmo sem falarmos, cada um de nós oferecer a partilha das suas vivências, sem receio de revelar a sua coragem de ser diferente.

No TEDxCoimbra é possível respirar o mesmo vento de ideias e enchermo-nos de coragem para moldar a nossa sociedade.
Vamos deixar os pensamentos voarem no próximo dia 15 de Outubro de 2011!

Conservatório de Musica de Coimbra
Rua Pedro Nunes
Coimbra, 06, 3030-199
Portugal
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Speakers

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António Olaio

António Olaio, artista plástico, 1963, Sá da Bandeira, Angola. A evolução do seu trabalho como performer na década de 80 levou-o a assumir o papel de cantor, entre 1987 e 1992, com o grupo Repórter Estrábico, e, desde 1994, com o músico João Taborda. Vive em Coimbra, onde é professor no curso de arquitectura da universidade e investigador do Centro de Estudos Sociais. Exposições individuais mais recentes: 2010 - La Prospettiva is sucking reality, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira Na cátedra de S. Pedro, Museu Grão Vasco, Viseu 2009 - La prospettiva, Mario Mauroner, Viena Brrrrain, exposição antológica, Culturgest, Lisboa Crying my brains out”, Filomena Soares, Lisboa 2007 - I think differently now that I can paint, Centro Cultural Vila Flôr, Guimarães 2006 - Under the stars, ZDB, Lisboa 2005 - Pictures are not movies, Filomena Soares, Lisboa 2004 - 40 years in a plane – Kenny Schachter conTEMPorary, Nova Iorque. I’m growing heads in my head, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra 2003 - You are what you eat, Centro Cultural Andratx, Palma de Maiorca 2002 - Telepathic agriculture, Galerie Schuster, Berlin e Frankfurt. Exposições colectivas recentes: 2010 MONO – A propósito do Grupo GICAPC/Cores, CAPC, 1976/78, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra 2009 Uncle Chop Chop V, Glasgow Project Room, Glasgow 2008 Café Portugal , Design Factory, Bratislava 2007 Por entre as linhas, Museu das Comunicações, Lisboa 7 Visões de William Blake, Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra

Leonor Barata

Leonor Barata é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e completou a pós graduação em Estudos Artísticos na mesma instituição. Fez a sua formação em dança no Forum Dança onde foi aluna de Howard Sonnenclair, Francisco Camacho, Madalena Vitorino, André Lepecki, Thierry Bae, entre outros. Foi intérprete em vários espectáculos de dança e de teatro. Desde 2000 desenvolve grande parte do seu trabalho na área da Pedagogia Artística tendo sido colaboradora regular de várias instituições como formadora (Centro Cultural de Belém, CENTA, A Moagem, Centro Cultural Vila Flor) e tendo criado vários espectáculos para o público jovem: A Menina do Mar (2004), Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas (2007). Actualmente é directora da companhia Projecto D – Pedagogia e Criação Artísticas.

André Boto

Licenciou-se em Artes Decorativas, na Escola Superior de Educação em Beja. Em 2008 inicia a odisseia fotográfica em Lisboa na Oficina da Imagem, completando o curso de Fotografia Avançada em 2008 e Fotografia Conceptual em 2009. Em 2009 torna-se membro da AFP e consegue o primeiro certificado QEP na categoria de Fotografia Ilustrativa. Em 2010 torna-se professor na Oficina da Imagem e torna-se no primeiro Master QEP português, sendo também o mais jovem europeu a consegui-lo. Na mesma altura consegue o seu segundo QEP, agora na categoria de Retrato. Ainda em 2010 conquista o prémio de Fotógrafo Europeu do Ano 2010, pela FEP - Federação Europeia de Fotógrafos Profissionais. É ainda designado Embaixador do Ano Internacional da Juventude, evento sob a chancela das Nações Unidas. Neste momento efectua maioritariamente trabalhos fotográficos na área de projectos criativos de autor e de decoração,fotografia publicitária, arquitectura, industrial. É ainda professor na Oficina da Imagem.

António Figueiredo

É professor catedrático aposentado do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra, onde se dedica à investigação em "Sistemas de Informação nas Organizações" e "Tecnologias da Informação e da Comunicação na Aprendizagem". Licenciou-se em Engenharia Electrotécnica pela Universidade do Porto, doutorou-se em Computer Science pela Universidade de Manchester. Foi professor catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC. Representou Portugal no Programa Intergovernamental de Informática da UNESCO e integrou, como representante de Portugal, o Grupo de Responsáveis Nacionais para as Tecnologias da Informação na Educação da Comissão das Comunidades Europeias. Em 2005 foi-lhe atribuído pela APDSI o Prémio Personalidade do Ano da Sociedade de Informação.

António Gomes Martins

António Gomes Martins é co-fundador e co-responsável pela Iniciativa da Universidade de Coimbra "Energia para a Sustentabilidade" e foi Director do Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra. Licenciou-se e fez o Doutoramento em Engenharia Electrotécnica, no tema de Utilização Eficiente de Energia Eléctrica, na Universidade de Coimbra. Docente desde 1976, desempenhou essas funções na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, onde é Professor Catedrático e foi membro do Conselho Directivo desta Faculdade. Foi Vice-Reitor da Universidade de Coimbra onde teve responsabilidade pelas áreas da Gestão Administrativa, Financeira, de Recursos Humanos, Académica e de Investigação Científica. Foi membro da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra entre 1974 e 1976, sendo presidente em 1975/76.

Celina da Piedade

Celina da Piedade é acordeonista, cantadeira, compositora, investigadora, professora, filha e amiga profissional. Apaixonou-se pela música logo que nasceu e tem desde então levado a vida de mãos dadas com essa companhia inabalável. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu aulas de acordeão. Teve como maiores referências na adolescência os acordeonistas que empregavam os seus foles na Música Moderna Portuguesa. Em 1998, em Évora, conhece a Associação PédeXumbo, com quem colabora desde então, presidindo hoje em dia à direcção da mesma. Actualmente integra o CINEMA ENSEMBLE de RODRIGO LEÃO, a 7LUASORKESTRA e o espectáculo musical-humoristico HOMENS DA LUTA no papel de "Cesaltina da Concertina", entre outros. Para além disso apresenta-se a solo em forma de concerto e de baile de danças tradicionais. O que mostra de si é a crescente consciência de que a música é para si ainda, respiro, instinto, um fio fluido do coração aos dedos, à voz, um mil-folhas de sensações e experiências acumuladas, que se come sem senãos, sem esforço, de sorriso nos lábios...

DIDGEnBASS

No verão de 2008, Rodrigo Viterbo e Rui Alves Leitão decidem aliar o didgeridoo à música electrónica e criar os DIDGEnBASS. Pensaram no DrumʼnʼBass, no Jungle e noutros estilos musicais idênticos para a base das suas composições. Durante a criação os estilos foram-se misturando e, o engraçado, é que a ideia era mesmo essa. Criaram uma identidade e uma nova musicalidade. Criaram os DIDGEnBASS. O primeiro trabalho, homónimo, foi composto na Serra do Montemuro e estreado em Lisboa, em Março de 2009. Desde então, por onde passam, têm vindo a conquistar vários fãs. Uns gostam do didgeridoo, outros gostam da música electrónica e a maior parte gosta da fusão dos dois. Por acarinharem fãs do didgeriddo e da electrónica, já tocaram em festivais tão distintos como o Festival de Didgeridoo FATT ou o Boom Festival. Os DIDGEnBASS são o Rodrigo Viterbo no didgeridoo e o Rui Alves Leitão nos sons electrónicos.

DINIZ

O seu jogo de som é como uma objetiva capaz de captar todas as emoções de quem foca. É impossível fugir do seu encanto, como que nos hipnotiza, envolvendo-nos nas suas escolhas criteriosamente descobertas, em função do nosso estado de espírito, que não lhe escapa. Se quisermos sonhar mais alto, só precisamos procurar a sua melodia e deixar-nos transportar na linha do seu sussurro. Em cada momento ele reconhece a nossa vontade, abraça os nossos desejos, sabe acalmar a nossa mente e inspira-nos…

Eugénia Cunha

Eugénia Cunha é Professora Catedrática de Antropologia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e consultora Nacional para a Antropologia Forense do Instituto Nacional de Medicina Lega. É Presidente do Departamento de Antropologia da FCTUC e do Grupo de Estudos em Evolução Humana. Possui um Doutoramento em Ciências, especialidade Antropologia. É Co-editora do livro Forensic Anthropology and Medicine: Complementary Sciences from Recovery to Cause of Death, lançado no mercado internacional, autora de capítulos de livros científicos internacionais de referência e de diversos artigos publicados em revistas científicas internacionais de referência.

Fernanda Freitas

O inicio da sua experiência profissional passa pela Rádio Press- Porto e pela Rádio Paris Lisboa. Em 1992 inicia o seu percurso televisivo na RTP2, passando depois pelo Canal Noticias de Lisboa , Canal 21, SIC e de novo no 2º canal da RTP. Há 5 anos, coordena e apresenta o programa diário "Sociedade Civil" trabalhando directamente com mais de 120 entidades da sociedade. É voluntária há 6 anos em hospitais pediátricos. É autora do livro “Sem Medo, Maria” — retratos da violência doméstica em Portugal. Integra o Forum da Educação para a Cidadania assim como a Plataforma dos direitos da criança. Foi Embaixadora Nacional do Ano europeu contra a pobreza e exclusão social. É Presidente Nacional do Ano Europeu do Voluntariado-2011 e porta voz da campanha “Direito à alimentação”.

João Ramalho Santos

João Ramalho Santos é Professor Associado do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra e Investigador em Biologia de Reprodução no CNC, onde estuda o funcionamento de espermatozóides, ovócitos e células estaminais embrionárias. Foi investigador e professor visitante na Universidades de Oregon Health & Science, Pittsburgh, e California em San Francisco, todas nos EUA, tendo publicado cerca de 80 artigos em revistas internacionais e sido editor das revistas Human Reproduction e Human Reproduction Update. Em paralelo escreve ficção com base na sua actividade científica, tendo publicado o romance “Portland-Portugal, Um Voo Doméstico” e várias histórias curtas no site LabLit.com. A revista Nature publicou uma história de ficção-científica e um artigo científico de sua autoria. É ainda autor e crítico de banda desenhada no JL- Jornal de Letras e no blogue As Sequências Rebeldes, sendo co-proprietário da livraria especializada Dr Kartoon,em Coimbra.

José João Rodrigues

É Agente de Desenvolvimento em projectos de empreendedorismo social e um grande promotor da salinicultura da Figueira da Foz em eventos por todo o país e no estrangeiro. Das actividades profissionais que desenvolve destacam-se a dinamização do Projecto Casa do Sal da Figueira da Foz, projecto que cria e explora produtos e serviços ligados à salinicultura; o apoio ao desenvolvimento de actividades artesanais ao nível do marketing: criação, produção e comercialização; e a participação como orador em diversos seminários, congressos e colóquios. É ainda Formador e Animador de Oficinas de Teatro do Oprimido dirigidas a técnicos, formadores e pessoas em situação de exclusão social. Frequentou o Curso de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o Curso de Agentes de Desenvolvimento Local. Participa activamente em diversas associações, nomeadamente o GAF – Grupo Aprender em Festa, a ANIMAR – Associação para o Desenvolvimento Local e a ANDC – Associação Nacional de Direito ao Crédito, da qual foi Cofundador.

JP Simões

Cantor e compositor, passou pelos projectos Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel e Quinteto Tati. Nasceu em Coimbra mas ainda criança mudou-se para o Brasil. Regressou a Portugal para Lisboa, onde se licenciou em Comunicação Social, tendo encetado o retorno a Coimbra para participar na fundação dos Belle Chase Hotel. Em 2003 foi levado ao palco, através da companhia do Teatro do Bolhão, a "Ópera do Falhado", projecto cujo texto saiu da pena de JP Simões e a música foi composta a meias com Sérgio Costa. Em 2006, preparou um novo espectáculo intitulado de "Canções do jovem cão". O seu primeiro disco em nome individual, com o título de "1970", foi editado em 2007 e durante esse ano publica o livro de contos "O Vírus da Vida“. Em 2009 é editado o álbum "Boato", registo do concerto ao vivo onde recupera canções gravadas pelos grupos por onde passou.

Leila Marques Mota

Leila Marques Mota é Presidente da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência. É médica de profissão e ex-nadadora paralímpica. Leila Marques brilhou enquanto atleta de natação nos 400 m livres/100 m bruços. Ao longo da sua carreira conquistou várias medalhas entre as quais se destacam a de Bronze, no Mundial de 2006, na África do Sul, no mesmo ano em que foi eleita a quinta melhor nadadora do mundo em natação adaptada. Nos Jogos Paralímpicos de Pequim ficou em 7.º lugar.

Manuel Rocha

Manuel Rocha nasceu em 1962, em Coimbra. Aí viveu, estudou e teve as primeiras lições de violino. Em 1982 partiu para Moscovo, onde viveu seis anos, o tempo de se diplomar em professor de violino e músico de orquestra. Mas antes integrou (e continua) a Brigada Victor Jara e o GEFAC, participou no Movimento Alfa (nas campanhas de alfabetização, em 1975). Depois de regressar da URSS passou a leccionar violino no Conservatório de Música de Coimbra. Para além disso trabalhou em bandas sonoras para teatro, televisão e cinema (enquanto músico e/ou compositor), foi autor de um documentário seriado para a RTP, participou em gravações e espectáculos com artistas como Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Manuel Freire, Mísia, Carlos do Carmo, entre muitos outros. Exerce actividade política, cívica e sindical desde a juventude. Participou em grupos de trabalho para a reforma do ensino artístico, por nomeação do Ministério da Educação. Exerce, actualmente, o cargo de director do Conservatório de Música de Coimbra.

Marisa Matias

Marisa Matias é Doutorada em Sociologia, pela Universidade de Coimbra,com a tese: "A natureza farta de nós? Saúde, ambiente e novas formasde cidadania". Possui ainda mestrado em Sociologia, no domínio dos estudos sociais da Ciência e da Tecnologia e licenciatura em Sociologia, ambos pela Universidade de Coimbra. Publicou vários artigos científicos, capítulos de livros e outras publicações, nacionais e internacionais, sobre relações entre ambiente e saúde pública, ciência e conhecimentos e democracia e cidadania. Colaborou enquanto formadora/professora em vários cursos de formação e programas de pós-graduação (incluindo programas de mestrado e de doutoramento). É investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, assistente de investigação do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Foi professora de Sociologia e outras disciplinas nas escolas ITAP e Profitecla e secretária de redacção da Revista Crítica de Ciências Sociais. É Membro da Direcção Nacional do Bloco de Esquerda e membro da direcção da Pro-Urbe, Associação Cívica de Coimbra. Foi mandatária nacional do Movimento "Cidadania e Responsabilidade pelo Sim", no âmbito do referendo nacional pela despenalização do aborto em Portugal. Encabeçou a lista do Bloco de Esquerda nas eleições à Câmara Municipal de Coimbra. Actualmente é Deputada pelo Bloco de Esquerda no GUE/NGL no Parlamento Europeu onde é Vice-Presidente da Delegação para as Relações com os Países do Maxereque, Membro da Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia e Membro Suplente da Comissão do Ambiente,da Saúde Pública e da Segurança Alimentar, da Delegação para as Relações com o Conselho Legislativo da Palestina e da Delegação para as Relações com a África do Sul.

mr.Gui

Mais do que um Mc (mestre de cerimónias), Músico, Poeta ou estereótipo de Artista, mrGui surge como uma forma inspirada de activismo. Essencialmente, a minha arte traduz um espírito e uma atitude que assenta na reflexão atenta ao que se passa em meu redor no dia a dia, no qual, procuro saber onde estou e perceber o meio que me rodeia, e todas as relações íntimamente associadas a esta problemática. Assim, através deste modo de expressão, procuro apenas partilhar uma maneira de pensar, viver e sentir, por forma a inspirar e despertar uma nova consciência na sociedade, com vista a uma evolução social, quer na forma de pensar, quer na forma de actuar. Assim, através da música e do uso da palavra, renúncio e denúncio um ponto de vista e uma perspectiva de uma sociedade actual cada vez mais apática,passiva e neutral na luta e defesa dos valores éticos e morais, essenciais, para todos nós e todos os demais...

Paulo Borges

Paulo Borges é Professor do Departamento de Filosofia da Universidade de Lisboa e Director da revista Cultura ENTRE Culturas. É Sócio-fundador e membro da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e Sócio-fundador e vice-presidente da AIEM – Associação Interdisciplinar para o Estudo da Mente. É Presidente da União Budista Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva. É ainda Fundador e Presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza. É Autor de diversos artigos científicos publicados em França, Espanha, Itália, Alemanha, Roménia e Brasil, tendo editado recentemente: “Uma Visão Armilar do Mundo. A vocação universal de Portugal em Luís de Camões, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva”, “Descobrir Buda. Estudos e ensaios sobre a via do Despertar” e “O Teatro da Vacuidade ou a impossibilidade de ser eu. Estudos e ensaios pessoanos”.

Penousal Machado

É Professor Auxiliar do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Coimbra e investigador do grupo de Sistemas Cognitivos e Multimédia do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra. Durante os últimos anos tem conduzido investigação nos campos da Computação Inspirada na Natureza, Arte Evolucionária, Estética Computacional, e Inteligência Artificial. É autor de cerca de 50 artigos científicos nestas áreas, tendo editado o livro “The Art of Artificial Evolution” publicado pela Springer Verlag. É organizador e membro do comité de programa de vários eventos científicos internacionais e membro do comité editorial do Journal of Mathematics and the Arts. Recebeu diversos prémios científicos, destacando-se o Prémio de Excelência em Inteligência Artificial (PremeIA) atribuído pela Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial. O seu trabalho teve destaque em várias revistas e exposições, nomeadamente na revista Wired e no MoMA.

Rodrigo Moita de Deus

Rodrigo Moita de Deus é Director-Geral da NextPower e é conhecido pela sua actividade como conferencista, tendo participado na conferência sobre Liberdade de Imprensa na Assembleia Nacional de Angola e no Forum Davos 2010, como comentador na Televisão e como editor do blog 31 da Armada. Foi, até muito recentemente, consultor na LPM Comunicação. Começou a sua carreira na Publicis. Foi jornalista do Euronotícias e do Semanário, e mais tarde assessor da Vice-Presidente da Assembleia da República, durante a IX Legislatura, e do Conselho de Administração da Fundação Champalimaud. Mantém várias colunas de opinião, sendo também autor ou co-autor de várias obras.

Sabão Macaco

Sabão Macaco nasce em Janeiro de 2011, com a intenção de criar e recriar músicas, a partir de elementos da tradição oral portuguesa, tais como melodias, textos, formas e termos de um léxico já em desuso. Junta instrumentos tradicionais, como o rabel, as flautas pastoris, a gaita de fole e as percussões com a guitarra eléctrica, a melódica e samplers que nos transportam para ambientes urbanos e rurais. Sabão Macaco bebe de uma série de fontes musicais, dentro e fora da música portuguesa, deixando-se influenciar por todas elas criando, assim, registos com sabores diferentes.

Vasco Matos Trigo

Vasco Matos Trigo é Licenciado em Estatística e Gestão da Informação e possui um MBA em Audiovisual e Multimédia. É Docente na Universidade Autónoma de Lisboa e na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa É jornalista da RTP desde 1988, onde apresentou diversos programas, e é coordenador de programas no âmbito da Direção de Informação. Entre Outubro de 1996 e Janeiro de 2009, coordenou e apresentou o Magazine de Ciência e Tecnologia “2010”. Desde Outubro de 2010 coordena e apresenta o Magazine de Ciência e Tecnologia “Com Ciência. Em 2009 foi distinguido com o prémio “Personalidade do Ano” pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

W.A.S.E.

Os We are so electric (W.A.S.E.) são um colectivo de DJs que procuram partilhar as influências musicais ouvem e gostam, num clima descontraído e animado, privilegiando sempre a diversidade e procurando acima de tudo dançar e fazer dançar. Não se pode afirmar que existe um estilo musical ou visual que defina os W.A.S.E., apenas a utilização das batidas como fios condutores e electrizantes da pista... sem complexos ou preconceitos de estilos. Bruno Silva, Carlos Braz, Frederico Dinis e Rui Oliveira, são os nomes por detrás do conceito W.A.S.E., profissionais com ligação à rádio, à imprensa, à animação sonora e à organização de eventos. Exotismo, grande variedade sonora e uma sensação de muito groove são características que identificam as autênticas celebrações musicais promovidas pelos W.A.S.E..

Organizing team

Frederico
Dinis

Coimbra, Portugal
Organizer
  • Ana Arromba Dinis
    Co-organizer
  • Jorge Figueira
    Co-organizer
  • Carlos Vaz Fanco
    Co-organizer