Vou falar acerca da vossa mentalidade. Será que a vossa mentalidade corresponde aos meus dados? (Risos) Se não, um dos dois precisa de ser actualizado, certo?
Quando falo com os meus alunos sobre questões globais, e os ouço no intervalo do café, dizem sempre "nós" e "eles". E quando voltamos à sala de aula pergunto-lhes: "Que querem dizer com 'nós' e 'eles'?". "É muito fácil. É o mundo ocidental e o mundo em desenvolvimento", dizem. "Aprendemos na faculdade". E qual é então a definição? "A definição? Todos a sabem", dizem.
Mas eu gosto de pressioná-los. Então uma miúda, esperta, disse: "É muito fácil. O mundo Ocidental é uma vida longa numa família pequena. O mundo em desenvolvimento é uma vida curta numa família grande". E gosto dessa definição porque me permitiu transferir a mentalidade deles para os meus dados. E aqui têm o conjunto de dados. Podem ver que o que temos neste eixo aqui é o tamanho da família. Um, dois, três, quatro, cinco crianças por mulher neste eixo. E aqui, duração da vida, esperança de vida. 30, 40, 50. Exactamente aquilo que os estudantes disseram ser a sua visão do mundo.
E, na verdade, isto tem a ver com o quarto. Se um homem e uma mulher decidem ter uma família pequena e cuidar dos seus filhos, e quanto tempo vão viver. É sobre a casa de banho e a cozinha. Se tiverem sabão, água e comida, podem viver por muito tempo. E os estudantes acertaram, não é? O mundo consistia num conjunto de países aqui, que têm famílias grandes e vidas curtas. Mundo em desenvolvimento. E outro conjunto de países lá em cima que compunham o mundo ocidental. Tinham famílias pequenas e vidas longas.
E vão ver aqui a coisa espantosa que aconteceu no mundo durante o meu tempo de vida. E então os países em desenvolvimento aplicaram sabão e água, vacinação. E todo o mundo em desenvolvimento passa a fazer planeamento familiar. Em parte porque os EUA ajudaram com aconselhamento técnico e investimento. E vêem que todo o mundo se dirige para famílias de 2 filhos, e para uma vida de 60 a 70 anos.
Mas alguns países permanecem nesta área aqui. E podem ver que ainda temos o Afeganistão cá em baixo. Temos a Libéria. Temos o Congo. Temos países a viver ali. O problema que tive foi que a visão do mundo que os meus alunos tinham correspondia à realidade do mundo no ano em que os seus professores nasceram. (Risos) (Aplausos)
E nós, na verdade, passámos isto por todo o mundo. Estive na Conferência Global de Saúde aqui em Washington, na semana passada, e pude ver que este conceito errado até pessoas activas nos Estados Unidos o tinham. Não se tinham apercebido da melhoria do México e da China, em relação aos Estados Unidos. Vejam aqui quando os faço avançar. Aqui vamos nós. Eles recuperam. Aqui está o México. A par dos Estados Unidos nestas duas dimensões sociais. Havia menos de 5% de especialistas em saúde global cientes disto. Esta grande nação, o México, tem o problema de ter armas a vir do norte, através das fronteiras. Então tiveram que o parar. Porque têm uma relação estranha com os Estados Unidos, sabem.
Mas se eu mudasse aqui o eixo, vejam, e ao invés, aqui, colocasse o rendimento per capita, Rendimento per capita. Posso colocá-lo aqui. E então veremos uma imagem completamente diferente. Já agora, estou a ensinar-vos a usar o nosso website, Gapminder World, enquanto corrijo isto. Porque é um utilitário gratuito na net. E agora que finalmente acertei com isto, posso retroceder 200 anos na nossa história. E encontro os Estados Unidos lá em cima. E posso colocar os outros países visíveis. E agora tenho rendimento per capita neste eixo. E os Estados Unidos tinham apenas 2000 dólares, na altura. E uma esperança de vida de 35 a 40 anos, ao nível do Afeganistão actual.
E o que aconteceu no mundo, vou mostrar agora. Isto em vez de estudar História durante um ano na universidade. Prestem atenção um minuto e verão tudo. (Risos) Podem ver como as bolhas castanhas, a Europa Ocidental, e a amarela, que é os Estados Unidos, enriquecem cada vez mais, e também começam a tornar-se cada vez mais saudáveis. E isto agora é há 100 anos atrás. Por outro lado, o resto do mundo fica para trás. Aqui vamos nós. E aqui foi a pandemia de gripe. É por isso que temos tanto medo da gripe, não é? Ficou-nos na memória. A queda da esperança de vida. E depois subimos. E só depois da independência ter começado.
Vejam, temos a China aqui, temos a Índia ali, e isto foi o que aconteceu. Vêem aqui, que temos o México lá em cima. O México não está de todo ao nível dos Estados Unidos. Mas estão bem perto. E é especialmente interessante de ver a China e os Estados Unidos, durante 200 anos. Porque tenho o meu filho mais velho a trabalhar no Google, depois do Google ter adquirido este software. Porque na realidade isto é fruto de trabalho infantil. O meu filho e a esposa ficaram enfiados num armário durante muitos anos a desenvolver isto. E o meu filho mais novo, que estudou Chinês em Pequim. Portanto eles trazem-me duas perspectivas diferentes. O meu filho mais novo, que estudou em Pequim, na China, ficou com uma perspectiva a longo prazo. Enquanto que para o meu filho mais velho, que trabalha no Google, a avaliação é feita a cada trimestre, ou semestre. Ou, sendo o Google muito generoso, talvez a cada um ou dois anos.
Mas na China vêem geração após geração porque se lembram do período embaraçoso de 100 anos em que andaram para trás. E devem lembrar-se da primeira parte do último século, que foi muito má. E podemos ir pelo chamado grande salto em frente. Isto foi em 1963. Mao Tse-Tung conseguiu dar saúde aos chineses. E depois morreu. E depois Deng Xiaoping iniciou este espantoso avanço.
Não é um pouco estranho ver que os Estados Unidos fizeram primeiro crescer a economia, e só depois enriqueceram gradualmente, enquanto que a China pôde tornar-se saudável muito mais cedo? Porque aplicaram o conhecimento existente ao nível da educação, nutrição, e beneficiaram também da penicilina, vacinas e planeamento familiar. É por isso que a Ásia pôde ter desenvolvimento social antes de ter desenvolvimento económico. Para mim, enquanto professor de saúde pública, não é estranho que todos estes países cresçam tanto agora.
Porque o que vêem aqui é o mundo plano de Thomas Friedman. Não é? Não tão plano quanto isso. Mas os países de rendimento médio... E é aqui que sugiro aos meus estudantes que parem de usar o conceito "mundo em desenvolvimento". Porque apesar de tudo, falar do mundo em desenvolvimento é como ter dois capítulos na história dos Estados Unidos.
O último capítulo é sobre o presente e o presidente Obama. E o outro é sobre o passado. Em que se aborda tudo desde Washington a Eisenhower. Porque é de Washington a Eisenhower que encontramos o mundo em desenvolvimento. Podíamos, na verdade, ir desde Mayflower a Eisenhower, e isso seria o mundo em desenvolvimento. Um lugar em que as cidades crescem de forma incrível e que possui grandes empreendedores, mas também países em colapso.
Como poderemos entender isto melhor? Uma possível estratégia será olharmos para a distribuição de rendimentos. Esta é a distribuição de rendimentos das pessoas no mundo, começando em 1 dólar por dia. Aqui é onde há comida para se comer. Estas pessoas vão para a cama com fome. E este é o número de pessoas. Aqui são 10 dólares, onde há sistemas de saúde, públicos ou privados. Aqui é onde podem proporcionar serviços de saúde à vossa família, e escola às vossas crianças. E estes são os países da OCDE. Verde, América Latina, Europa de Leste. Esta é a Ásia Oriental. E este azul claro é o sul da Ásia.
E isto é como o mundo mudou. Mudou assim. Podem ver como está a crescer? E como centenas de milhões e milhares de milhões saem da pobreza na Ásia? E vêm para aqui. E agora entro em projecções. Mas tenho que parar à porta do Lehman Brohers. É que, sabem... (Risos) Porque estas projecções já não são válidas. Provavelmente o mundo fará isto. E continuará em frente assim. Mas é mais ou menos isto que vai acontecer. E temos um mundo cujas partes não podem ser analisadas isoladamente.
Temos países com rendimentos altos aqui, com os Estados Unidos à cabeça. Temos economias emergentes no meio, que contribuíram muito para a ajuda dada aos bancos e corporações recentemente. E temos aqui os países de rendimentos baixos. É um facto que é daqui que vem o dinheiro. Têm vindo a poupar, sabem, ao longo da última década. E aqui temos os países de rendimentos baixos, onde estão os empreendedores. E aqui temos os países em colapso e em guerra, como o Afeganistão, a Somália, partes do Congo, o Darfur. Temos tudo isto simultaneamente.
É por isso que é tão problemático descrever o que aconteceu no mundo em desenvolvimento. Porque é tão diferente, o que lá aconteceu. E é por isso que sugiro uma abordagem ligeiramente diferente. E há também grandes diferenças dentro dos próprios países. Ouvi dizer que os vossos departamentos se dividem por regiões. Aqui temos a África Subsariana, o Sul da Ásia, a Ásia Oriental, os estados Árabes, a Europa de Leste, a América Latina e a OCDE. E neste eixo está o PIB. E neste, saúde, sobrevivência infantil. E não é de todo surpreendente que a África, a sul do Saara, esteja no fundo.
Mas quando divido o gráfico em bolhas de países, o tamanho das bolhas aqui é a população. Então vêem que a Serra Leoa e a Maurícia são completamente diferentes. Há uma diferença tão grande dentro da África Subsariana. E posso dividir os outros. Aqui está o Sul da Ásia, o mundo Árabe. Agora todos os diferentes departamentos. Europa de Leste, América Latina, países da OCDE. E aqui estamos nós. Há uma linha contínua no mundo. Não o podemos dividir em duas partes.
Mayflower fica aqui em baixo. Washington fica aqui, edificando estes países. Lincoln aqui, fazendo-os avançar. Eisenhower aqui, a trazer-lhes a modernidade. E os Estados Unidos actuais, aqui em cima. E temos países aqui. Agora, isto é o mais importante para perceber como o mundo mudou. Neste ponto, decidi fazer uma pausa. (Risos)
E é meu dever, em nome do resto do mundo, transmitir um agradecimento aos contribuintes Americanos, pela Pesquisa Demográfica de Saúde (DHS). Muitas pessoas não estão cientes... Isto não é uma piada, é muito sério. É devido ao continuado patrocínio dos EUA, durante 25 anos, desta excelente metodologia para medir a mortalidade infantil, que percebemos o que está a acontecer no mundo. (Aplausos) E é o governo dos EUA no seu melhor, sem interesses escondidos, disponibilizando apenas factos, que são úteis à sociedade. E disponibilizando-os gratuitamente, na internet, para o mundo usar. Muito obrigado.
Em grande contraste com o Banco Mundial, que compila dados com dinheiro do governo, de impostos, e depois os vende, com lucros mínimos, de forma bastante ineficiente, à maneira de Guttenberg. (Aplausos) Mas as pessoas que fazem isso no Banco Mundial estão entre as melhores do mundo. E são profissionais altamente habilitados. Apenas gostaríamos de melhorar as nossas agências internacionais, para que lidem com o mundo duma forma moderna, como nós. E no que diz respeito a dados gratuitos e transparência, os Estados Unidos estão entre os melhores. E não é fácil, para um professor de saúde pública sueco, admitir isto. (Risos) E não, não sou pago para estar aqui.
Gostaria de vos mostrar o que acontece com os dados, o que podemos mostrar com estes dados. Vejam aqui. Isto é o mundo. Com o rendimento aqui em baixo, e a mortalidade infantil. E o que aconteceu no mundo? Desde 1950, nos últimos 50 anos tivemos uma queda na mortalidade infantil. A DHS tornou possível sabermos isto. E tivemos um aumento no rendimento. E os países anteriormente em desenvolvimento, a azul, misturam-se com os países anteriormente industrializados do mundo ocidental. E temos um contínuo. Mas temos ainda, claro, o Congo, lá em cima. Ainda temos países pobres como sempre tivemos, ao longo da História. Isto são os mil milhões que estão no fundo, sobre os quais ouvimos hoje uma abordagem completamente nova.
E quão rápido aconteceu isto? Bem, MDG 4 (Metas de Desenvolvimento do Milénio). Os Estados Unidos não se têm mostrado muito ansiosos por usar o MDG 4. Os Estados Unidos não se têm mostrado muito ansiosos por usar o MDG 4. Mas têm sido o seu maior patrocinador, o que nos permitiu medir o seu progresso. Porque é apenas a mortalidade infantil que somos capazes de medir. E costumávamos dizer que deveria cair 4% ao ano. Vejamos o que fez a Suécia. Costumávamos gabar-nos de um rápido progresso social. Estávamos aqui, em 1900. Em 1900, a Suécia estava aqui. A mesma mortalidade infantil que o Bangladesh tinha em 1990. Embora eles tivessem menores rendimentos. Começaram muito bem. Usaram bem as ajudas. Vacinaram as crianças. Conseguiram água de melhor qualidade. E reduziram a mortalidade infantil, à espantosa taxa de 4,7% ao ano. Ganharam à Suécia. Corri a Suécia no mesmo período de 16 anos.
Segundo assalto: a Suécia de 1916, contra o Egipto de 1990. Aqui vamos nós. Uma vez mais, os EUA são parte da razão. Obtêm água potável. Obtêm comida para os pobres. E erradicam a malária. 5,5%. São mais rápidos que a meta de desenvolvimento do milénio.
E a terceira oportunidade para a Suécia, contra o Brasil. E o Brasil aqui tem uma fantástica melhoria social nos últimos 16 anos. E anda mais rápido que a Suécia. Isto significa que o mundo está a convergir. Os países de rendimento médio, as economias emergentes, estão a apanhar o comboio. Estão a deslocar-se para cidades, onde têm também melhor assistência.
Em vista destas afirmações, os suecos protestam. Dizem: "Não é justo. Porque estes países tiveram vacinas e antibióticos que não estavam disponíveis para a Suécia. Temos que fazer a competição em tempo-real". Certo. Vejamos Singapura, no ano em que nasci. Singapura tinha o dobro da mortalidade infantil da Suécia. É o país mais tropical do mundo. Um terra pantanosa no equador. E aqui vamos nós. Demoraram um pouco a tornarem-se independentes, mas depois começaram a fazer crescer a economia, fizeram investimento social, livraram-se da malária e arranjaram um sistema de saúde magnífico, que bateu quer os EUA, quer a Suécia e nunca imaginámos que conseguissem bater a Suécia! (Aplausos)
Todos estes países a verde estão a conseguir cumprir as metas de desenvolvimento do milénio. Estes a amarelo estão quase a consegui-lo. Estes países a vermelho não o fazem, e a política deve ser melhorada. Não podemos fazer extrapolações simplistas. Temos mesmo de encontrar uma forma de apoiar mais eficazmente estes países. Temos de respeitar os países de rendimento médio no que estão a fazer. E temos que basear em factos a forma como olhamos para o mundo.
Isto é dólares por pessoa, isto é o VIH nos países. O azul é África. O tamanho das bolhas representa o número de pessoas infectadas com VIH. Vejam a tragédia na África do Sul. Cerca de 20% da população adulta está infectada. E apesar de terem um rendimento consideravelmente alto, têm um grande número de infectados com VIH. Mas também se vêem outros países africanos aqui em baixo. Não existe uma epidemia de VIH em África. Há cerca de 5 a 10 países em África que têm o mesmo nível da Suécia e dos Estados Unidos. E há outros com níveis extremamente elevados.
E vou mostrar-vos o que aconteceu num dos melhores países, com a mais vibrante das economias em África, e com um bom governo, o Botswana. Têm um nível muito elevado. Está a descer, mas agora não tanto. Porque com a ajuda da PEPFAR, os tratamentos administrados estão a ter sucesso e as pessoas não estão a morrer. E podem ver que não é assim tão simples dizer que a guerra causou isto. Porque aqui, no Congo, há guerra. E aqui, na Zâmbia, há paz.
E não é a economia. Países mais ricos estão um pouco acima. E se dividir a Tanzânia por rendimento, vê-se que os 20% mais ricos na Tanzânia têm mais VIH que os mais pobres. E é diferente mesmo dentro de cada país. Vejam as províncias do Quénia, são muito diferentes. E esta é a situação, como vêem. Não é pobreza extrema. É uma situação especial, que tem a ver, provavelmente, com múltiplos parceiros sexuais em parte da população heterossexual, em alguns países, ou partes de países, no sul e leste de África.
Não é só África. Não façamos disto uma questão racial. Façamos disto uma questão local. E façamos prevenção em cada lugar, da forma mais adequada a esse lugar. Então, só para terminar. O sofrimento que aflige os mil milhões mais pobres é-nos inimaginável. Aqueles que vivem fora do alcance dos telemóveis, aqueles que nunca viram um computador, aqueles que não têm electricidade em casa.
Esta é a doença Konzo, sobre a qual passei 20 anos a prestar esclarecimentos em África. Esta é a doença Konzo, sobre a qual passei 20 anos a prestar esclarecimentos em África. Ocorre quando a raiz de mandioca, que é tóxica, é insuficientemente processada, em situações de fome. É semelhante à pelagra, no Mississippi, nos anos 30. É semelhante a outras doenças nutricionais. Nunca vai afectar uma pessoa rica.
Vimo-la aqui em Moçambique. Isto é a epidemia em Moçambique. Isto é a epidemia no norte da Tanzânia. Nunca ouviram falar desta doença. Mas são muitos mais do que os infectados com ébola, os afectados por estas doenças. Causam deficiências físicas por todo o mundo. Nos últimos dois anos, 2000 pessoas tornaram-se deficientes físicas no sul da região de Bandunda, que costumava participar no tráfico ilegal de diamantes feito pela UNITA, a qual dominava essa área de Angola, e que agora desapareceu. E estão agora em grandes dificuldades económicas. Há uma semana, pela primeira vez, passou a haver 4 linhas de Internet.
Não se deixem enganar pelo progresso das economias emergentes, e pela grande capacidade das pessoas dos países de rendimento médio e dos países pacíficos com baixos rendimentos. Mil milhões ainda vivem na miséria. E precisamos de conceitos para além de "países em desenvolvimento" ou "mundo em desenvolvimento". Precisamos duma nova mentalidade. O mundo está a convergir. Mas, mas, mas. Não os mil milhões do fundo, esses são tão pobres como sempre foram. Não é sustentável. E não vai acontecer à volta de uma super-potência. Mas vocês continuarão a ser uma das mais importantes super-potências. E, por agora, a que oferece mais esperança. E esta instituição terá um papel crucial, não para os Estados Unidos, mas para o mundo. E, portanto, têm um nome muito desapropriado, Departamento de Estado. Isto não é o Departamento de Estado. É o Departamento Mundial. E temos muita esperança em vocês. Muito obrigado, (Aplausos)
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Falando no Departamento de Estado dos Estados Unidos, Hans Rosling usa o seu fascinante software de bolhas de dados para acabar com mitos acerca do mundo em desenvolvimento. Vejam novas análises à China e ao mundo pós-crise, misturadas com tradicionais apresentações de dados.
In Hans Rosling’s hands, data sings. Global trends in health and economics come to vivid life. And the big picture of global development—with some surprisingly good news—snaps into sharp focus. Full bio »
Translated into Portuguese by Sérgio Lopes
Reviewed by Dulce Calçada
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19:50 Posted: Jun 2006
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16:34 Posted: Jun 2009
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