Queria começar por dizer, Houston, temos um problema. Estamos a entrar numa segunda geração sem progresso em termos de voo humano no espaço. De facto, nós regredimos. Nós deparamo-nos com uma grande probabilidade de perder a nossa habilidade para inspirar a nossa juventude a sair e a continuar esta coisa tão importante que nós como espécies sempre fizemos. E isso é, instintivamente nós saímos e escalámos sobre lugares dificeis, fomos a mais lugares hostis, e descobrimos mais tarde, talvez para nossa surpresa, que essa é a razão pela qual nós sobrevivemos. E eu sinto fortemente que não é suficientemente bom para nós termos gerações de miúdos que pensam que é aceitável ficarem ansiosas por uma melhor versão de um telemóvel com filme. Eles precisam de ficar ansiosos pela exploração, eles precisam de ficar ansiosos pela colonização eles precisam de ficar ansiosos pelas descobertas. Eles precisam. Nós temos que inspirá-los, porque eles precisam de guiar-nos e ajudar-nos a sobreviver no futuro.
Estou particularmente preocupado com o que a NASA está a fazer neste momento com esta nova doutrina Bush para -- nesta próxima década e meia -- ups, fiz asneira. Nós temos instruções especificas para não falar sobre politica.
O que nós estamos ansiosos para é --
aquilo para o qual estamos ansiosos é não só a inspiração das nossas crianças, mas o plano corrente neste momento é realmente nem permitir as pessoas mais criativas neste país -- os engenheiros espaciais da Boeing e da Lockheed para saírem e correrem riscos e experimentarem coisas novas. Nós vamos voltar à lua -- 50 anos depois -- e nós vamos fazê-lo de uma forma muito especifica planeada para não aprender nada de novo. Estou realmente preocupado com isso. Mas de qualquer forma isso é -- a base daquilo que eu quero partilhar com vocês hoje, é aquele ponto em que nós inspiramos as pessoas que serão os nossos grandes lideres mais tarde. Esse é o tema dos meus próximos 15 minutos aqui. E eu penso que a inspiração começa quando se é muito novo 3 anos de idade, até 12, 14 anos. O que nós --- o que eles olham para é o que é mais importante.
Vamos tirar uma foto à aviação. E ali existiu um magnifico pequeno periodo de quatro anos onde coisas maravilhosas aconteceram. Começou em 1908, quando os irmãos Wright voaram em Paris, e toda a gente disse, "ooh, ei eu consigo fazer aquilo." Só algumas pessoas é que voaram no inicio de 1908. Em quatro anos, 39 países tinham centenas de aviões, milhares de pilotos. Os aviões foram inventados por selecção natural. Agora pode-se dizer que o design inteligente projecta os nossos aviões de hoje, mas não existia design inteligente realmente a projectar aqueles recentes aviões. Provavelmente existiram pelo menos 30,000 coisas diferentes tentadas, e quando elas despenhavam-se e matavam o piloto, não tentem isso outra vez. Aqueles que voavam e aterravam tudo bem porque não existiam pilotos treinados que tivessem boas qualidades de voo por definição Então nós, fazendo uma data de tentativas, milhares de tentativas, naquele periodo de quatro anos, nós inventámos os conceitos dos aviões que voamos hoje. E é por isso que eles são tão seguros, nós demos-lhes uma grande hipótese para descobrir o que era bom. Isso não aconteceu de forma nenhuma no voo espacial. Só existiram dois conceitos que foram tentados -- dois pelos Estados Unidos e um pelos Russos.
Bem, quem foi inspirado durante esse periodo de tempo? A Aviation Week pediu-me para fazer uma lista de quem eu pensava que eram os motores e impulsionadores dos primeiros cem anos da aviação. Eu escrevi-os e reparei mais tarde que todos eles foram uma pequena criança naquele marvilhoso renaissance da aviação Bem, o que aconteceu quando eu era miúdo foi -- muita coisa importante também. A idade do jacto começou, a idade do missil começou. Von Braun estava a mostrar como ir a Marte -- e isto foi antes de Sputnik. E este era um tempo onde Marte era muito mais interessante do que é agora. Nós pensávamos que existiriam animais por lá, nós sabiamos que existiam plantas, as cores mudam, certo? Mas, vocês sabem, a NASA deu cabo disso porque enviou estes robôs e aterraram-nos apenas nos desertos.
Se olharem para o que aconteceu -- esta pequena linha preta é o mais rápido que o homem alguma vez voou, e a linha vermelha é o topo dos caças militares e a linha azul é o transporte aéreo comercial. Vocês reparam que aqui existe um grande salto. Quando eu era miúdo -- e eu acho que isso está relacionado com a coragem que me foi dada para sair e tentar alguma coisa que as outras pessoas não tinham coragem para tentar. Bem, o que é que eu fiz quando era criança? Eu não me envolvi nos carros e nas raparigas e na dança. E, bem, nós não tinhamos droga nessa altura. Mas eu fiz competição em aeromodelismo. Eu passei sete anos durante a guerra do Vietnam a testar aviões para a Força Aérea. E depois eu diverti-me imenso a construir aviões que as pessoas pudessem construir nas suas garagens. E alguns 3000 destes estão a voar. É claro que, um deles é o Voyager que deu a volta ao mundo. Eu fundei outra empresa em 82, que é a minha empresa neste momento. E nós desenvolvemos mais do que um tipo de avião todos os anos desde 1982. E existem muitos deles que eu não posso lhes posso mostrar neste gráfico.
O avião mais impressionante de sempre, assim acredito, foi desenhado apenas depois de 12 anos do primeiro jacto operacional. Manteve-se em serviço até que estava enferrujado demais para voar, foi retirado do serviço. Nós regressámos em 98 a algo que tinha sido desenvolvido em 56. O quê? A nave espacial mais impressionante, assim acredito, foi um Grumman Lunar Lander. Ele era -- vocês sabem, ele aterrava na lua, descolava da lua, não precisava de nenhum pessoal de manutenção -- isso era bem fixe. Nós perdemos essa capacidade. Abandonámo-la em 72. Esta coisa foi desenhada 3 anos depois de Gagarin ter voado no espaço pela primeira vez em 1961. 3 anos, e nós não conseguimos fazer isso agora.
Maluquice. Vou falar muito brevemente sobre ciclos de inovação, coisas que crescem, têm muita actividade, desaparecem quando são substituídos por outra coisa. Estas coisas tendem a acontecer a cada 25 anos. 40 anos com uma sobreposição. É possivel associar essa afirmação a todos os diferentes tipos de tecnologias. A coisa interessante -- já agora, a velocidade aqui, peço desculpa, viagens a alta velocidade é o titulo destes ciclos e inovação. Não existe nenhum aqui. Este dois novos aviões têm a mesma velocidade que o DC8 que foi feito em 1958. Aqui está o problema, e isso é, não se tem ciclos de inovação se o governo desenvolve e o governo utiliza. Um bom exemplo, claro, é a DARPA net. Os computadores era usados primeiro para artilharia, depois para IRS. Mas quando nós o obtivemos, agora vocês têm todo o nivel de actividade, todo o beneficio que dele provém. O sector privado tem de o fazer. Tenham isso em mente. Eu assentei a inovação -- Eu procurei por ciclos de inovação no espaço, e não encontrei nenhum.
No primeiro ano, começando quando Gagarin foi ao espaço, e umas semanas depois Alan Shepherd, existiram cinco voos espaciais no mundo; no primeiro ano. Em 2003, todas as pessoas que os que os Estados Unidados enviaram para o espaço morreram. Só existiram 3 ou 4 voos em 2003. Em 2004, só existiram dois voos: dois voos russos Soyuz para a estação internacional. E eu tive de voar 3 em Mojave com o meu pequeno grupo de cerca de duas dezenas de pessoas por forma a obter um total de cinco, que era o mesmo número que existiu em 1961. Não existe crescimento. Não existe actividade. Não existe nada.
Esta é uma fotografia tirada da SpaceShipOne. Esta é uma fotografia tirada em órbita. O nosso objecto é fazer com vocês possam ver esta fotografia e realmente apreciar isso. Nós sabemos como fazê-lo para o voo sub-orbital neste momento, fazê-lo de forma segura o suficiente -- pelo menos tão seguro como as primeiras companhias aéreas -- para que possa ser feito. E eu acho que quero falar um pouco sobre porque é que tivemos a coragem de sair e tentar isto como uma pequena empresa.
Bem, antes de mais, o que vai acontecer a seguir? A primeira indústria vai ser um alto volume, muitos concorrentes. Foi outro anunciado na semana passada. E vai ser sub-orbital. E a razão pela qual tem de ser sub-orbital é, não existirem soluções com segurança adequada para levar o público até orbita. O governo tem estado a fazer isto -- 3 governos têm estado a fazer isto há 45 anos, e mesmo assim 4% das pessoas que sairam da atmosfera morreram. Isso é -- Ninguém quer gerir um negócio com esse género de registo de segurança. Vai ter um volume muito grande; nós achamos que 100,000 pessoas irão voar por 2020. Não vos consigo dizer quando é que isto irá começar, porque eu não quero que a competição saiba o meu calendário. Mas eu penso que quando acontecer, nós iremos encontrar soluções. E dentro de pouco tempo, vocês verão aqueles resorts em órbita. E aquela coisa muito fácil de se fazer, que é uma passagem á volta da lua para que vocês tenham esta visão porreira. E isso será realmente fixe. Porque a lua não tem uma atmosfera -- é possivel fazer uma órbita eliptica e passar a cerca de 10 pés (3 metros) se quiserem. Oh, vai ser muito divertido.
Ok, os meus criticos dizem, "Ei, o Rutan está a gastar muito do dinheiro deste bilionários em viagens divertidas para bilionários. O que é isto? Isto não é um sistema de transporte, é só por diversão." E eu costumava ficar chateado por causa disso, e depois comecei a pensar, bem, esperem só 1 minuto. Eu comprei o meu primeiro computador Apple em 1978 e eu comprei-o porque podia dizer, "Eu tenho um computador na minha casa e tu não. 'Para o que é que o utilizas?' Passa por cá. Tem o Frogger." Ok.
Não os computadores dos bancos ou da Lockheed, mas os computadores de casa eram para os jogos. Durante uma década era para diversão -- nós nem sequer sabiamos para o que é que eles serviam. Mas o que aconteceu, o facto de que nós tínhamos esta grande indústria, grande desenvolvimento, grande melhoria, capacidade e por aí fora, e eles instalaram-se em casa suficientes, nós fomos perfeitos para uma nova invenção. E o inventor está nesta audiência. O Al Gore inventou a internet e por causa disso, o que -- algo que nós usámos durante um ano inteiro -- peço desculpa, uma década inteira para diversão, tornou-se tudo -- o nosso comércio, a nossa pesquisa, a nossa comunicação e, se nós deixarmos o pessoal do Google pensar mais duas semanas, nós poderemos adicionar mais uma dúzia de coisas à lista. E não demorará muito antes de vocês não conseguirem convencer crianças de que nós nem sempre tivemos computadores nas nossa casas. Portanto a diversão é defensível.
Eu quero mostrar-vos um gráfico um bocado ocupado mas que nele está a minha previsão sobre o que irá acontecer. E no mesmo ainda surge outro ponto, exactamente aqui. Existe um grupo de pessoas que se chegou à frente -- e vocês não os conhecem a todos -- mas aqueles que tomaram a iniciativa foram inspirados enquanto crianças, esta pequena idade dos 3 aos 15 anos, por nós ao entrar em órbita e a ir à lua aqui, exactamente neste periodo de tempo. Paul Allen, Elan Musk, Richard Branson, Jeff Bezos, a familia Ansari, que está neste momento a financiar o projecto sub-orbital dos russos, Bob Bigelow, uma estação espacial privada, e Carmack. Estas pessoas estão a tirar dinheiro e a colocá-lo numa área interessante, e eu acho que é muito melhor do que eles colocarem-no numa área de um telefone melhor ou algo assim -- mas eles estão a metê-lo numa área inspiradora e isto irá guiar-nos a este tipo de capacidade, e irá guiar-nos até ao próximo grande acontecimento e irá permitir-nos explorar. E eu penso que eventualmente irá permitir-nos colonizar por forma a evitar que sejamos extintos.
Eles foram inspirados pelo grande progresso. Mas olhem para o progresso que tem ocorrido depois disso. Existiram um par de exemplos aqui. Os caças militares tiveram um -- o avião militar com maior performance foi o SR-71. Ele passou um ciclo de vida completo, ficou enferrujado demais para voar, e foi tirado do serviço. O Concorde duplicou a velocidade dos voos comerciais. Passou todo um ciclo de vida sem competição; saiu de serviço. E nós estamos encalhados lá atrás com a mesma capacidade para caças militares e viagens aéreas comerciais que tinhamos nos finais dos anos 50.
Mas algo está lá fora para inspirar as crianças agora. E estou a falar se tiverem um bebé agora, ou se tiverem um miúdo com 10 anos de idade. O que está lá fora é que existe algo realmente interessante que irá acontecer aqui. Relativamente cedo, serão capaz de comprar um bilhete e voar mais alto e mais rápido que o avião militar operacional com melhor performance. Nunca aconteceu antes. O facto de que eles encalharam aqui com este tipo de performance tem sido, bem, vocês sabem, vocês ganham a guerra em 12 minutos, para que é que precisam de algo melhor? Mas eu acho que quando vocês começarem a comprar bilhetes e a voar caças sub-orbitais no espaço, muito cedo -- esperem um minuto, o que está a acontecer aqui, nós teremos caças militares com capacidade sub-orbital, e eu acho que em muito pouco tempo. Mas o interessante acerca disto é que o pessoal do comercial irá primeiro. Eu anseio por uma corrida espacial capitalista, chamemos-lhe assim.
Vocês lembram-se a corrida espacial nos ano 60 foi por prestigio nacional, porque nós perdemos os dois primeiros feitos. Nós não os perdemos tecnicamente. O facto de que nós tinhamos o hardware para meter algo em órbita quando deixámos o Von Braun voá-lo. vocês podem argumentar que não é uma derrota técnica. O Sputnik não foi uma derrota técnica, mas foi uma derrota de prestigio. A América -- o mundo viu a América não sendo o lider em tecnologia, e isso foi uma coisa bastante forte. E depois nós voámos o Alan Shepherd semanas depois do Gagarin, não meses ou décadas, ou seja o que fôr. Portanto nós tinhamos a capacidade. Mas a América perdeu. Nós perdemos. E por causa disso, nós fizemos um grande salto para recuperar.
Bem, mais uma vez, o que é interessante aqui é que nós já perdemos para os russos nos dois primeiros feitos. Vocês não conseguem comprar uma passagem comercial para ir ao espaço na América -- não se pode fazer. Podem comprá-lo na Rússia. Vocês podem voar com hardware russo. Isto está disponivel porque o program espacial russo está sem fundos, e é bom para eles ganharem 20 milhões aqui e ali para ocupar um dos lugares. É comercial. Pode ser definido como turismo espacial. Eles estão também a oferecer uma viagem para ir dar uma volta até à lua, como a Apollo oito fez. 100 milhões de dólares -- ei, eu posso ir á lua. Mas, vocès sabem, vocês tinham pensado nos anos 60, quando a corrida espacial estava a decorrer, que o primeiro voo comercial do estilo capitalista que se poderia fazer para comprar um bilhete para ir à lua seria em hardware russo? E vocês teriam pensado, teriam os russos pensado, que quando eles fossem à lua no seu hardware desenvolvido, que os ocupantes lá dentro não serão russos? Talvez seja um japonês ou um bilionário americano? Bem, isso é estranho, vocês sabem, realmente é. Mas de qualquer forma, eu acho que temos de vencê-los outra vez.
Eu acho que o que nós faremos é ver uma bem conseguida, muito bem conseguida, indústria de voo espacial privada. Quer sejamos nós os primeiros ou não realmente não importa. Os russos voaram um transporte supersónico antes do Concorde. E depois voaram alguns voos de mercadorias, e tiraram-no de serviço. Eu acho que vocês vêm o mesmo tipo de paralelo quando se oferece a vertente comercial.
Falaremos só um pouco sobre o desenvolvimento comercial para o voo humano espacial. Esta pequena coisa diz que existem cinco vezes mais do que a NASA estará a fazer por 2020. Eu quero dizer-vos, já existe cerca de um bilião e meio, 1.7 bilião de investimento em voo espacial privado que não é proveniente do governo de todo; neste momento, por todo o mundo, se vocês lerem -- se vocês googlarem, irão descobrir metade desse dinheiro, mas existe o dobro a ser comprometido por aí -- ainda não gasto, mas comprometido e planeado para os próximos anos. Ei, isso é muito notável. Eu estou a prever, apesar de tudo, tão lucrativa como esta indústria será -- e é certamente lucrativa quando se consegue voar pessoas a 200,000 dólares em algo que é possivel operar a um décimo desse custo, ou menos -- isto irá ser muito lucrativo. Eu prevejo, também, que o investimento que irá fluir para isto irá ser algo à volta de metade do que os contribuintes dos Estados Unidos gastam para o trabalho da NASA nas suas naves tripuladas. E cada dólar que fluir para isso será gasto de forma mais eficiente por um factor de 10 a 15. E isso significa que antes de nós sabermos, o progresso do voo espacial humano, sem dólares de contribuintes, estará a um nivel de cerca de cinco vezes o orçamente corrente da NASA para o voo espacial humano. E isso é porque somos nós. É a indústria privada. Nunca se deve depender do governo para fazer este tipo de coisas -- e nós temo-lo feito durante muito tempo. A NACA, antes da NASA, nunca desenvolveu um jacto comercial e nunca dirigiu uma companhia aérea. Mas a NASA está a desenvolver o transporte de linha espacial, sempre esteve, e dirige a única linha espacial, ok. E nós sempre nós envergonhámos perante ela porque tinhamos medo. Mas começando em Junho de 2004, quando eu demonstrei que um pequeno grupo consegue fazê-lo, consegue começar isso, tudo mudou depois desse acontecimento.
You can share this video by copying this HTML to your clipboard and pasting into your blog or web page. This video will play with subtitles.
You either have JavaScript turned off or have an old version of the Adobe Flash Player. To view this rating widget you
need to get the latest Flash player.
If your browser allows only "trusted sites" to execute Javascript, you should add the "googleapis.com" domain to your whitelist to allow our Flash detection to work properly.
Got an idea, question, or debate inspired by this talk? Start a TED Conversation.
Nesta apaixonante conversa, o lendário designer de naves espaciais Burt Rutan repreende o programa espacial financiado pelo governo por ter estagnado e pede aos empreendedores para começarem onde a NASA acabou.
In 2004, legendary spacecraft designer Burt Rutan won the $10M Ansari X-Prize for SpaceShipOne, the first privately funded craft to enter space twice in a two-week period. He's now collaborating with Virgin Galactic to build the first rocketship for space tourism. Full bio »
Translated into Portuguese by Alexandre Loureiro
Reviewed by Carlos Modesto
Comments? Please email the translators above.
17:43 Posted: Jun 2007
Views 699,069 | Comments 201
18:19 Posted: May 2008
Views 463,413 | Comments 96
20:22 Posted: Jun 2008
Views 405,095 | Comments 78
Just follow the guidelines outlined under our Creative Commons license.
This comment will be attributed to . Not ? Sign Out.