Quando começo palestras como esta, conto sempre uma lenga-lenga sobre sustentabilidade porque muita gente por aí não sabe o que isso é. Este público sabe, por isso vou dar-vos apenas a versão resumida. Certo? Tenham alguma paciência. Vamos fazê-lo muito rapidamente, está bem? Preencham os espaços. Então, sustentabilidade, planeta pequeno. Certo? Imaginem uma Terra pequenina, a andar à volta do Sol. Há cerca de um milhão de anos atrás, um bando de macacos caiu das árvores, tornou-se um pouco inteligente, recolheu o fogo, inventou a imprensa, fez, sabem, aquelas malas com rodinhas. E, sabem? Construíram a sociedade em que vivemos actualmente. Infelizmente, enquanto esta sociedade é, sem dúvida, a mais próspera e dinâmica que o mundo já criou, tem grandes, grandes falhas.
Uma delas é que todas as sociedades têm uma pegada ecológica. Têm um impacto no planeta que é mensurável. Quantas coisas passam pela nossa vida, quanto desperdício deixamos atrás de nós. E nós, de momento, na nossa sociedade, temos um nível de desperdício dramaticamente insustentável. Estamos a gastar o equivalente a cinco planetas. Se toda a gente no planeta vivesse como nós, precisaríamos de entre cinco, seis, sete, há quem diga até dez planetas. Claramente, não temos dez planetas. Mais uma vez, sabem, imaginem, dez planetas, um planeta, dez planetas, um planeta. Certo? Não os temos! Esse é um problema.
O segundo problema é que o planeta que temos está a ser usado de formas muito injustas. Certo? Os Norte Americanos, como eu, sabem, somos basicamente como porcos glutões a chafurdar, e estamos a comer todo o tipo de coisas. E depois vamos por aqui abaixo até às pessoas que vivem na região da Ásia, do Pacífico, e ainda mais em África. E as pessoas, pura e simplesmente, não têm o suficiente para sobreviver. Isto está a produzir todo o tipo de tensões, todo o tipo de dinâmicas que são altamente perturbantes. E cada vez mais há mais pessoas. Certo? Então, eis o aspecto do nosso planeta daqui a vinte anos. Vai estar a abarrotar, com pelo menos oito mil milhões de pessoas.
Para dificultar as coisas ainda mais, é um planeta bastante jovem. Um terço das pessoas neste planeta são crianças. E essas crianças estão a crescer de uma forma completamente diferente dos seus pais, onde quer que vivam. Foram expostas a esta ideia da nossa sociedade, da nossa prosperidade. E podem não querer viver exactamente como nós, podem não querer ser Americanos, ou Britânicos, ou Alemães, ou Sul-africanos, mas querem a sua própria versão de uma vida mais próspera e mais dinâmica, e mais, sabem, agradável. E tudo isto se combina para criar uma enorme tensão sobre o planeta. E se não conseguirmos arranjar uma forma de lidar com essa tensão, vamos dar por nós, cada vez mais rapidamente, a enfrentar situações que são simplesmente impensáveis.
Todos nesta sala ouviram falar dos piores cenários. Não preciso de ir por aí. Mas vou pôr a questão, qual a aternativa? E diria que, de momento, a alternativa é inimaginável. Então, de um lado temos o impensável, do outro, o inimaginável. Não sabemos ainda como construir uma sociedade ambientalmente sustentável, que possa ser partilhada por todos no planeta, que promova a estabilidade e a democracia e os direitos humanos, e que seja alcançável no espaço de tempo necessário para ultrapassar os desafios que enfrentamos. Ainda não sabemos como fazer isto.
Então, o que é a Worldchanging? Bem, poderíamos pensar como sendo uma espécie de serviço noticioso para o futuro inimaginável. Sabem, o que andamos a fazer por aí é procurar exemplos de ferramentas, modelos e ideias, que, se adoptadas em larga escala, mudariam o jogo. Certo? Muitas vezes, quando dou uma palestra destas, falo de coisas de que tenho a certeza de que todos nesta sala já ouviram falar, certo, mas a maioria das pessoas não. Então pensei em fazer algo um pouco diferente hoje, e falar daquilo de que estamos à procura, em vez de dizer, em vez de vos dar exemplos reais e testados. Falar do tipo de coisas de que andamos à procura. Deixar-vos espreitar para dentro do nosso caderno editorial. E dado que tenho apenas 13 minutos para fazê-lo, isto vai ter de andar depressa. Então, não sei, acompanhem-me. Está bem?
Então, primeiro de tudo, o que é que procuramos? Cidades Verde-Brilhante. Uma das maiores alavancas que temos no mundo desenvolvido para mudar o impacto que temos no planeta é mudar a forma como vivemos nas cidades. Já somos um planeta urbano, e isso é especialmente verdade no mundo desenvolvido. E as pessoas que vivem em cidades no mundo desenvolvido têm tendência a ser muito prósperas, logo usam muitas coisas. Se conseguirmos mudar a dinâmica, começando por criar cidades mais densas, mais habitáveis... Aqui, por exemplo, é Vancouver, que se já não estiveram lá, deviam ir fazer uma visita. É uma cidade fabulosa. E estão a criar densidade, nova densidade, provavelmente melhor do que qualquer outra pessoa no planeta, neste momento. Estão até a conseguir convencer os Norte-americanos a deixar de guiar os seus carros, e isso é uma coisa muito boa. Então, temos densidade. Temos também a gestão do crescimento. Deixa-se de lado o que é natural para ser natural.
Isto é Portland. Esse é um empreendimento verdadeiro. Essa terra irá manter-se uma pastagem para sempre. Delimitaram a cidade com uma linha. Natureza, cidade. Nada muda. Depois de fazer estas coisas, pode-se começar a fazer todo o tipo de investimentos. Pode-se começar a fazer coisas como sistemas de trânsito que trabalham realmente para transportar pessoas, de forma eficiente e razoavelmente confortável. Certo? Pode-se também começar a mudar o que se constrói. Este é o Empreendimento Energia Zero em Beddington, Londres, que é um dos edifícos mais verdes do mundo. É um lugar fabuloso. Somos agora capazes de construir edifícios que geram a sua própria electricidade, que reciclam muita da sua água, que são muito mais cómodos que os edifícios comuns, que usam luz natural, etc., e custam menos ao longo do tempo. Telhados verdes. O Bill McDonough cobriu isso na noite passada, não vou divagar muito nisso.
Mas uma vez que também teremos pessoas a viver muito próximo umas das outras, uma das coisas que se pode fazer é, à medida que as tecnologias da informação se desenvolvem, começar a ter locais inteligentes. Pode-se começar a saber onde estão as coisas. Quando se sabe onde as coisas estão, torna-se mais fácil partilha-las. E quando se partilha, acaba por se perder menos. Um grande exemplo são os clubes de partilha de carros, que estão a começar aqui nos E.U., já começaram em muitos locais na Europa, e são um óptimo exemplo. Se são alguém que conduz um dia por semana, será que precisam realmente de ter carro próprio?
Outra coisa que a tecnologia da informação nos permite fazer é começar a perceber como usar menos coisas sabendo, e monitorizando, a quantidade que realmente utilizamos. Eis um cabo de ligação eléctrica que brilha mais quanto mais energia usamos, o que eu penso ser um conceito muito bom, apesar de pensar que devia trabalhar no outro sentido, de ficar mais brilhante quanto menos consumirmos. Mas, sabem, pode haver uma abordagem ainda mais simples. Podíamos simplesmente re-classificar as coisas. Este interruptor onde se lê, por um lado, enchentes, e por outro, off. Também podemos mudar a forma como construímos as coisas. Este é um edifício biomórfico. É inspirado nas formas da vida. Muitos destes edifícios são incrivelmente belos, e também muito mais eficientes. Este é um exemblo de biomimética, que é algo as pessoas procuram cada vez mais. Neste caso, temos o design de uma concha que foi usado para criar um novo tipo de exaustor, que é muito mais eficiente. Está a acontecer muita coisa, é realmente notável. Se gostam disto, aconselho-vos a procurar no Worldchanging. Estamos a dar cada vez mais atenção a isto. Há também o design neobiológico, onde cada vez mais se usa a própria vida e os seus processos para se tornarem parte da nossa industria. Isto, por exemplo, são algas produtoras de hidrogénio. Temos um potencial modelo, um modelo emergente que procuramos de como pegar nas cidades onde a maioria de nós vive e transformá-las em cidades Verde Brilhante.
Mas, infelizmente, a maioria das pessoas no planeta não vive nas cidades como as nossas. Vivem nas megacidades emergentes dos paises em vias de desenvolvimento. Há um dado estatístico que gosto de usar frequentemente, que diz que, de quatro em quatro dias, adicionamos uma Seattle, uma cidade do tamanho de Seattle ao planeta de quatro em quatro dias. Há cerca de dois meses estava a dar uma palestra, e um tipo, que tinha trabalhado para a ONU, chegou-se a mim muito corado, e disse: - olhe, percebeu tudo ao contrário, está tudo errado. É de sete em sete dias. - Então, estamos a adicionar uma cidade do tamanho de Seattle de 7 em 7 dias, e muitas dessas cidades parecem-se mais com isto do que a cidade em que o senhor ou eu vivemos. Muitas destas cidades estão a crescer incrivelmente depressa. Não têm infraestruturas, têm imensas pessoas que passam dificuldades devido à pobreza, e imensas pessoas que tentam perceber como fazer as coisas de uma nova forma. Certo?
Então, do que é que precisamos para tranformar as megacidades das nações em vias de desenvolvimento em megacidades Verde Brilhante? Bem, a primeira coisa de que precisamos é leapfrogging (salto ao eixo). E esta é uma das coisas que procuramos por toda a parte. A ideia por detrás do leapfrogging é: se é uma pessoa, ou um país, presos numa situação em que não tem as ferramentas nem as tecnologias de que precisa, não existe razão alguma para investir em tecnologias de gerações passadas. Certo? Por isso, quase universalmente, a melhor opção é procurar uma versão mais barata ou localmente aplicável da tecnologia mais recente. Podemos ver isto nos telemóveis. Certo? Por todo o mundo em vias de desenvolvimento, as pessoas passam directamente para os telemóveis saltando por cima da etapa da linha terrestre. Se existem linhas terrestres em muitas cidades dos países em vias de desenvolvimento, são geralmente sistemas ranhosos que avariam muito e custam imenso. Certo? Gosto muito desta imagem. Gosto particularmente do Ganesh a falar ao telemovel, no plano de fundo. O que temos, cada vez mais, são os telemóveis a infiltrarem-se na sociedade. Esta semana, ouvimos falar muito disso aqui, por isso não vou dizer muito mais para além de que aquilo que é verdade para os telemóveis também o é para todo o tipo de tecnologias.
A segunda coisas são as ferramentas para a colaboração, sejam sistemas de colaboração, ou sistemas de propriedade intelectual que encorajem a colaboração. Certo? Quando há liberdade para as pessoas trabalhem juntas e inovarem, consegue-se diferentes tipos de soluções. E essas soluções são acessíveis de uma forma diferente às pessoas sem capital. Certo? Então, temos software open-source, temos Creative Commons e outros tipos de soluções Copyleft. Certo? E essas coisas levam-nos a coisas como esta. Isto é um Telecentro em S. Paulo. É um programa verdadeiramente notável que usa software grátis e open-source, máquinas baratas com peças aproveitadas e basicamente todo o tipo de edifícios abandonados que reuniu uma série de centros comunitários onde a pessoas podem ir, aceder a Internet de alta velocidade, aprender a programar num computador gratuitamente. Um quarto de milhão de pessoas por ano usam agora estes centros em S. Paulo. E esse quarto de milhão de pessoas são das mais pobres de S. Paulo. Gosto particularmente do pequeno pinguim do Linux no fundo.
Isto está a fomentar uma espécie de explosão cultural do Sul. E uma das coisas nas quais estamos mesmo interessados no Worldchanging são as formas como o sul se está a re-identificar e a recategorizar de formas que cada vez menos têm a ver com a maior parte de nós aqui. Não é como... Bem, Bollywood não responde apenas a Hollywood. Certo? O cenário musical brasileiro não se limita a responder às maiores editoras. Está a fazer algo novo. Novas coisas estão a acontecer. E elas entreligam-se! E, sabem, conseguem-se coisas espectaculares. Como, não sei se viram o filme "Cidade de Deus"? Sim, é um filme fabuloso, se ainda não o viram. E tudo se resume a esta questão, de forma muito artística e indirecta.
Há outros exemplos radicais nos quais a capacidade para usar ferramentas culturais se está a disseminar. Estas são pessoas que acabaram de receber uma visita do Internet bookmobile (biblioteca móvel) no Uganda. E que agitam no ar os seus primeiros livros, e que penso ser uma imagem muito fixe. Sabem? Também se tem a capacidade de as pessoas se começarem a juntar e agir por si mesmas em questões políticas e cívicas. De formas nunca antes vistas. E, como ouvimos ontem à noite, como já ouvimos esta semana, são absolutamente e fundamentalmente vitais para capacidade de criar novas soluções, de criar novas realidades políticas.
E diria pessoalmente que temos de criar novas realidades políticas, não apenas em locais como a Índia, Afganistão, Paquistão, como queiram, mas aqui, em casa, também. É possível um outro mundo. É uma espécie de grande lema do movimento antiglobalização. Certo? Nós ajustamos muito isso. Falamos sobre a impossibilidade de um outro mundo, mas um novo mundo está aqui! E não é só que tenhamos de imaginar mais ou menos a existência de uma alternativa vaga por aí, precisamos é de começar a agir mais um bocadinho para que isso aconteça. Precisamos de fazer coisas como Lula, o Presidente do Brasil. Quantas pessoas já tinham ouvido falar do Lula? Ok, então, muito melhor que a média, posso dizer-vos isso. O Lula, ele é cheio de problemas, de contradições, mas uma das coisas que ele está a fazer é avançar com uma ideia de como nos comportamos nas relações internacionais que altera completamente o equilíbrio normal do diálogo entre norte e sul para uma nova forma de colaboração global. Eu, se fosse vocês, vigiava este tipo.
Outro exemplo deste tipo de segunda super-potência é o aumento destas jogadas às quais chamamos jogo sério. Estamos a controlar muito isto. Está a espalhar-se por toda a parte. Isto foi tirado de "Uma Força Mais Poderosa". É um pequeno screenshot. "Uma Força Mais Poderosa" é um jogo de video que, enquanto se joga, nos ensina a envolver-nos numa insurreição não violenta e mudança de regime. Aqui está outro. Este é de um jogo chamado "Força da Comida", que é um jogo que ensina às crianças como gerir um campo de refugiados. Estas coisas estão todas a contribuir de uma forma muito dinâmica para um aumento enorme, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, no interesse e paixão das pessoas pela democracia. Recebemos tão poucas notícias sobre o mundo em desenvolvimento, que esquecemos muitas vezes que são, literalmente, milhões de pessoas por esse mundo fora que lutam para mudar as coisas, para serem mais justas, mais livres, mais democráticas, menos corruptas. E sabem? Não ouvimos suficientes histórias destas. Mas está a acontecer por todo o lado e estas ferramentas são parte do que está a tornar isto possível.
Agora, quando se soma tudo isto, quando se adiciona o leapfrogging e novos tipos de ferramentas, sabem? cenas da segunda superpotência etc, o que é que se tem? Bem, muito rapidamente, obtêm-se um futuro Verde Brilhante para o mundo em desenvolvimento. Tem-se, por exemplo, a disseminação das energias verdes pelo mundo. Tem-se - há um edifício em Hyderabad, na Índia. É o edifício mais verde do mundo. Pega-se em soluções de base, coisas que funcionam para pessoas que tem o acesso ao capital limitado ou não o têm sequer. Pega-se em engenheiros pés-descalços para carregarem painéis solares para as montanhas remotas. Tem-se acesso à medicina à distância. Há enfermeiras Indianas a aprender a utilizar PDA's para acederem a bases de dados que têm informação à qual não conseguem aceder em casa. Tem-se novas ferramentas para as pessoas no mundo em desenvolvimento. Estes são DEL que ajudam as cerca de mil milhões de pessoas no mundo para quem a chegada da noite significa escuridão, a terem novos meios de operar. Estes são frigoríficos que não necessitam de energia, são potes dentro de potes.
E tem-se também soluções para a água. É um dos problemas mais prementes. Eis um design muito barato para a colheita da água das chuvas e que está disponível para as pessoas no mundo em desenvolvimento. Este é um design para se destilar água usando apenas a luz do sol. Eis um apanhador de nevoeiro, se se está numa zona húmida, numa selva, vai capturar e destilar água limpa e potável do ar- Esta é uma forma de transportar água. Adoro isto, sabem? -- Quero dizer, carregar água é uma seca, e alguém teve a ideia de, bem, e se a fizéssemos rebolar? Quero dizer, é um design óptimo! Esta é uma invenção fabulosa, LifeStraw (Palha da Vida). Basicamente, pode-se beber qualquer água através disto, e esta tornar-se-á potável no momento exacto em que chega aos nossos lábios. Assim as pessoas em situações desesperadas podem usar isto. Este é um dos meus tipos favoritos de coisas do Worldchanging. Este é um carrossel inventado pela companhia Roundabout, que bombeia água quando os miudos brincam. Sabem? A sério -- dêem uma mãozinha a este, é bastante bom. E a mesma coisa é verdadeira para as pessoas em crise absoluta. Certo?
Esperamos que haja mais de 200 milhões de refugiados até 2020 devido às alterações climáticas e à instabilidade política. Como é que ajudamos pessoas assim? Bem, há todo o tipo de novos projectos humanitários impressionantes que estão a ser desenvolvidos em colaboração por todo o planeta. Alguns dos projectos incluem modelos para a acção, tais como novos modelos para a educação das aldeias no meio dos campos de refugiados. Novos modelos de pedagogia para os deslocados. E temos novas ferramentas, Esta é uma das minhas coisas preferidas de todas. Alguém sabe o que é isto?
Público: Detecta minas terrestres.
Exactamente, esta é uma flor que detecta minas terrestres. Se viverem num dos locais onde estão espalhadas cerca de quinhentos milhões de minas, podem-se atirar estas sementes para o terreno. E à medida que crescem, vão crescer à volta das minas, as suas raízes detectam os químicos, e nos locais onde as flores são vermelhas não se põe o pé. Por isto sementes podem-vos salvar a vida. Sabem?
Também adoro isto porque me parece que o exemplo, as ferramentas que usamos para mudar o mundo, deviam ser só por si, belas. Sabem, isso não é só o suficiente para sobreviver. Temos de fazer algo melhor do que aquilo que já temos, e eu acho que o faremos. Apenas para acabar, nas palavras imortais de H. G. Wells, penso que coisas melhores estão a caminho Penso que, de facto, "todo o passado é apenas o ínício de um início. Tudo aquilo que a mente humana alcançou é apenas o sonho antes do despertar. Espero que isto se torne verdade. As pessoas nesta sala deram-me mais confiança do que nunca de que se tornará!
You can share this video by copying this HTML to your clipboard and pasting into your blog or web page. This video will play with subtitles.
You either have JavaScript turned off or have an old version of the Adobe Flash Player. To view this rating widget you
need to get the latest Flash player.
If your browser allows only "trusted sites" to execute Javascript, you should add the "googleapis.com" domain to your whitelist to allow our Flash detection to work properly.
Got an idea, question, or debate inspired by this talk? Start a TED Conversation, or join one of these:
Alex Steffen, fundador do Worldchanging.com argumenta que reduzir agora a pegada ecológica da humanidade é incrivelmente vital, à medida que o estilo de vida consumista do ocidente se espalha aos países em vias de desenvolvimento.
Alex Steffen explores our planet's future, telling powerful, inspiring stories about the hard choices facing humanity ... and our opportunity to create a much better tomorrow. Full bio »
Translated into Portuguese by Ana Brochado
Reviewed by Eduardo Mendonça
Comments? Please email the translators above.
20:05 Posted: Apr 2007
Views 730,754 | Comments 102
23:19 Posted: Apr 2007
Views 638,529 | Comments 97
17:43 Posted: May 2008
Views 461,975 | Comments 54
Just follow the guidelines outlined under our Creative Commons license.
This comment will be attributed to . Not ? Sign Out.