Hoje vou falar-vos sobre converter o medo em esperança. Hoje em dia quando vamos ao médico, quando vamos ao gabinete do médico e entramos, há palavras que simplesmente não queremos ouvir. Há palavras das quais temos verdadeiro pavor. Diabetes, cancro, Parkinson, Alzheimer, falha cardíaca, falha pulmonar. Coisas que sabemos serem doenças debilitantes, sobre as quais relativamente pouco se pode fazer.
E o que eu vos quero hoje aqui apresentar é uma forma diferente de pensar sobre como tratar doenças debilitantes, porque é que é importante. Porque é que sem esta, talvez, o nosso sistema de cuidados de saúde irá desfazer-se, se pensam que ainda não se desfez de facto. E o ponto onde nos encontramos hoje clinicamente, e onde podemos estar amanhã, e quais são alguns dos obstáculos. E vamos fazer tudo isso em 18 minutos, prometo.
Quero começar com este slide, porque este slide como que explica a história da maneira de pensar da Revista da Ciência. Este foi um número de 2002 que foi publicada com muitos artigos diferentes sobre o humano biónico. Era basicamente um número sobre medicina regenerativa. A medicina regenerativa é um conceito extraordinariamente simples que qualquer pessoa consegue entender. Trata-se simplesmente de acelerar o ritmo a que o corpo se cura a uma escala de tempo clinicamente relevante. Portanto sabemos como fazer isto de várias maneiras que ali estão. Sabemos que se tivermos uma anca danificada, podemos meter uma anca artificial. E esta é a ideia que a Magazine de Ciência usou na capa.
Isto é a antítese absoluta da medicina regenerativa. Isto não é medicina regenerativa. Medicina regenerativa é o que a Semana de Negócios publicou quando fizeram uma história sobre medicina regenerativa não há muito tempo. A ideia é que em vez de descobrirmos como aliviar sintomas com aparelhos e drogas e coisas do género -- e eu vou voltar algumas vezes a este tema -- em vez de fazermos isso, iremos regenerar funções do corpo perdidas regenerando a função dos orgãos e tecidos danificados. Para que no fim do tratamento possam ser os mesmos que eram no início do tratamento.
Pouquíssimas boas ideias -- se acharem que esta é uma boa ideia -- pouquíssimas boas ideias são realmente novas. E com isto é a mesma coisa. Se olharem para trás na história, Charles Lindbergh -- que foi melhor conhecido por fazer voar aviões -- foi na verdade uma das primeiras pessoas, juntamente com Alexis Carrel, um dos vencedores do Prémio Nobel de Rockefeller, que começou a pensar: podemos fazer cultura de orgãos? E eles publicaram este livro em 1937, onde eles começaram de facto a pensar sobre, o que é que se podia fazer em biorreactores para fazer crescer orgãos inteiros? Chegamos muito longe desde então. Vou partilhar com vocês algum do excitante trabalho que está a decorrer.
Mas antes de fazer isso, o que eu gostaria de fazer é partilhar a minha depressão sobre o sistema de cuidados de saúde e a necessidade disto com vocês. Muitas das palestras de ontem foram sobre melhorar a qualidade de vida e reduzir a pobreza. E essencialmente aumentar a esperança de vida globalmente. Um dos desafios é que quanto mais ricos somos, mais tempo vivemos. E quanto mais tempo vivemos, mais caro é tratar das nossas doenças à medida de que envelhecemos.
Isto é simplesmente a riqueza de um país versus a percentagem de população acima dos 65 anos. E vocês podem basicamente ver que quanto mais rico é um país, mais velha é a sua população. Porque é que isto é importante? E porque é que isto é um desafio particularmente dramático neste momento? Se a idade da vossa população for em média 30 anos, então o tipo de doença em média que têm que tratar talvez seja um tornozelo partido de vez em quando, talvez um pouco de asma. Se a idade média no vosso país vai de 45 a 55 anos, agora a pessoa média depara-se com diabetes, diabetes precoce, falha cardíaca, doença da artéria coronária. As coisas são inerentemente mais difíceis de tratar, e também muito mais caras.
Dêem uma olhadela aqui à demografia dos EU. Isto é dos Estados Unidos da América. Em 1930, havia 41 trabalhadores por reformado. 41 pessoas que estavam basicamente excluídas de ficarem realmente doentes, a pagar por um reformado que sofria de doença debilitante. Em 2010, dois trabalhadores por reformado nos EU. E isto condiz com todos os paises industrializados e ricos no mundo. Como é que podemos realmente tratar doentes quando a realidade de envelhecer é como se apresenta?
Isto é idade versus custos de cuidados de saúde. E podem ver isso claramente perto dos 45, 40 a 45 anos, há um pico súbito no custo dos cuidados de saúde. É de facto bastante interessante - se fizerem os estudos certos,™ podem ver quando é que gastaram como indivíduos no vossos cuidados de saúde, delineado ao longo da vossa vida. E cerca de sete anos antes de morrerem, há um pico. E na verdade vocês podem -- (Risos) -- não vamos entrar por aí. (Risos)
Há muito poucas coisas que podem realmente fazer que vão mudar a forma de poderem tratar este tipo de doenças e vivenciar aquilo que eu chamaria de envelhecimento saudável. Eu sugiro que há quatro coisas. E uma dessas coisas inclui um sistema de seguros e um sistema legal. Tudo o que essas coisas fazem é mudar quem paga. Eles não mudam o custo real do tratamento.
Uma coisa que podem fazer é não tratar. Podem racionar os cuidados de saúde. Não vamos falar mais sobre isso. É demasiado deprimente. Podem prevenir. Obviamente que teriam que investir-se muitos dinheiros na prevenção.
Mas talvez o mais interessante, para mim pelo menos, e o mais importante, é a ideia de diagnosticar uma doença muito antes na progressão, e depois tratar a doença para curar a doença em vez de tratar um sintoma. Pensem nisso em termos de diabetes, por exemplo. O que é que fazemos hoje com a diabetes? Acabamos por diagnosticar a doença quando se torna sintomática, e depois tratamos o sintoma durante 10, 20, 30, 40 anos. E safamo-nos. A insulina é uma terapia bastante boa. Mas acaba por deixar de funcionar, e a diabetes conduz a um surto previsível de doença debilitante.
Porque é que não podemos simplesmente injectar no pâncreas alguma coisa para regenerá-lo na fase inicial da doença, talvez ainda antes de ser sintomática? E pode ser um pouco caro no momento fazê-lo, mas se funcionasse, podiamos realmente ser capazes de fazer alguma coisa diferente.
Penso que este vídeo transmite de forma bastante dramática aquilo que estou a dizer. Isto é uma lagartixa com um membro a formar-se de novo. Se uma lagartixa pode fazer este tipo de coisas, porque é que nós não? Vou mostrar-vos algumas características importantes sobre regeneração dos membros daqui a pouco. Mas aquilo que estamos a falar na medicina regenerativa é fazer isto em cada sistema de orgãos do corpo, para os tecidos e para os próprios orgãos. Portanto a realidade hoje é que se ficarmos doentes, a mensagem é que iremos tratar os vossos sintomas, e vocês precisam ajustar-se a uma nova forma de viver.
Eu sugeria-vos que amanhã -- e amanhã poderiamos debater, mas está dentro de um futuro avistável -- falaremos sobre reabilitação regenerativa. Temos aqui a prótese de um membro, bastante semelhante ao do soldado que acabou de voltar do Iraque... Há 370 soldados que voltaram do Iraque que perderam membros. Imaginem se em vez de terem que lidar com aquilo, eles pudessem realmente deparar-se com a regeneração daquele membro. É um conceito e tanto. Vou mostrar-vos onde estamos no que toca a chegar a esse conceito.
Mas mais uma vez, é aplicável a todos os sistemas de orgãos. Como é que podemos fazer isso? A forma de fazê-lo é desenvolver uma conversa com o corpo. Precisamos aprender a falar a linguagem do corpo. E accionar processos que sabiamos como fazer quando eramos fetos. Um feto mamífero, se perde um membro durante o primeiro trimestre de gravidez, ele irá fazer crescer de novo esse membro. Então o nosso ADN consegue fazer esta espécie de mecanismos de cura. É um processo natural, mas perde-se à medida que crescemos. Numa criança, antes da idade de seis meses, se perderem a ponta do dedo num acidente, irão fazer crescê-lo novamente. Quando chegarem aos cinco anos, já não poderão fazê-lo.
Então para enveredar nessa conversa com o corpo, precisamos falar a sua linguagem. E há certas ferramentas no nosso estojo que nos permitem hoje fazer isto. Vou dar-vos um exemplo de três dessas ferramentas com as quais podemos falar com o corpo.
A primeira é pelas terapias celulares. Claramente, curamo-nos num processo natural, usando células para fazer a maior parte do trabalho. Desta forma, se podemos encontrar as células certas e implantá-las no corpo, elas podem efectuar a cura. Em segundo lugar, podemos usar materiais. Ouvimos ontem sobre a importância de novos materiais. Se podemos inventar materiais, conceber materiais, ou extrair materiais de um ambiente natural, então podemos vir fazer esses materiais induzir o corpo a curar-se. E por fim, podemos vir a poder usar pequenos aparelhos que irão aliviar o trabalho do corpo e permitir-lhe curar-se.
Vou mostrar-vos um exemplo de cada um destes, e vou começar com os materiais. Steve Badylak -- que está na Universidade de Pittsburgh -- teve uma ideia notável há dez anos atrás. E essa ideia era que o intestino delgado de um porco, se lhe retirassem todas as células, e se fizessem de uma maneira que lhe permitisse permanecer biologicamente activo, podia conter todos os sinais e factores necessários que iriam apontar para a autocura do corpo. E ele colocou uma questão muito importante. Ele perguntou, se eu tirar aquele material, que é material natural, isso normalmente induz a cura no intestino delgado, e colocá-lo noutro sítio do corpo de uma pessoa, iria dar uma resposta específica ao tecido, ou iria produzir intestino delgado se eu tentasse fazer uma nova orelha?
Não vos contaria esta história se não fosse convincente. A imagem que estou prestes a mostrar-vos -- (Risos) -- é uma imagem convincente. No entanto, para aqueles que estejam um pouco enjoados -- apesar de não gostarem de o admitir aos vossos amigos -- as luzes estão apagadas. É um bom momento para olharem para os pés, verifiquem o vosso Blackberry, façam tudo menos olhar para o ecrã. (Risos)
O que estou prestes a mostrar-vos é uma úlcera diabética. E apesar de -- é bom rirmo-nos antes de olhar para isto. Esta é a realidade da diabetes. Penso que muitas vezes ouvimos falar sobre diabetes, úlceras diabéticas, mas não relacionamos a úlcera com o que acaba por ser o seu tratamento, que é a amputação, se não a pudermos curar. Portanto vou agora meter o slide. Não vai ser por muito tempo. Isto é uma úlcera diabética. É trágico. O seu tratamento é a amputação. Esta é uma senhora idosa. Ela tem cancro no fígado e diabetes, e decidiu morrer com o que restava intacto do seu corpo.
E esta senhora decidiu, depois de um ano a tentar tratar daquela úlcera, experimentar esta nova terapia que o Steve inventou. Isto é como a ferida ficou 11 meses mais tarde. Aquele material só continha sinais naturais. E esse material induziu o corpo a reacender uma resposta de cura que não tinha antes.
Vai haver mais um par de slides perturbadores para alguns de vocês -- eu aviso quando puderem olhar de novo. Isto é um cavalo. O cavalo não está em sofrimento. Se estivesse em sofrimento eu não vos mostraria este slide. O cavalo tem apenas outra narina que se desenvolveu por causa de um acidente. Apenas umas semanas após tratamento -- que neste caso foi pegar naquele material, torná-lo em gel, encher aquela área e depois repetir o tratamento algumas vezes -- e o cavalo cura-se. E se fizessem um ultrasom daquela área, estaria impecável.
Aqui está um golfinho onde a barbatana foi recolocada. Existem agora 400.000 pacientes por todo mundo que usaram aquele material para curar as suas ferias. Podemos regenerar um membro? A DARPA acabou de dar ao Steve 15 milhões de dólares para dirigar um projecto de oito instituições para começar o processo de fazer essa pergunta.
E eu vou mostrar-vos a imagem dos 15 milhões. Este é um senhor de 78 anos que perdeu a cabeça do dedo. Lembrem-se que eu mencionei antes as crianças que perdem a cabeça dos dedos. Depois do tratamento é assi que fica. ISto está a acontecer hoje. Isto é clinicamente relevante, hoje. Há materiais para fazer isto. Há os remendos para o coração.
Mas poderiamos ir um passo além? Poderiam vocês, dizer, em vez de usar o material, posso tirar alguma células juntamente com o material, e remover uma parte do tecido danificado e meter ali um material biodegradável? Vocês podem ver aqui num prato um pedaço de músculo cardíaco a bater. Isto foi feito por Teruo Okano no Hospital Feminino de Tokyo. Ele consegue reproduzir tecido pulsante num prato. Ele esfria o prato, altera as suas propriedades e tira-lhe a pele mesmo fora do prato. É muito à frente.
Agora eu vou mostrar-vos regeneração à base de células. E o que vos vou aqui mostrar são células estaminais a serem removidas da anca de um paciente. De novo, se forem impressionáveis, não olhem. Mas esta está muito à frente. Então esta é uma operação de bypass, como a que o Al Gore fez, mas com uma diferença. Neste caso, no fim da operação de bypass, vão ver as células estaminais do paciente que foram removidas no início da operação a serem injectadas directamente no coração do paciente. E eu estou aqui porque a determinada altura irei mostrar-vos quão recente é esta tecnologia. Aqui vão as células estaminais, directamente para o coração pulsante do paciente. E se virem com atenção, vai ser mais ou menos neste ponto que irão ver uma descarga por trás. Podem ver as células a sair por trás. Precisamos de todo o tipo de nova tecnologia, novos aparelhos, para meter as células no sítio certo no momento certo.
Apenas uma pequena quantidade de dados, uma pequena quantidade. Esta foi uma amostra aleatória. Nesta altura isto era um N de 20. Agora há um N de cerca de 100. Basicamente, se pegarem num paciente extremamente doente e lhe derem um bypass, eles melhoram um pouco. Se lhe derem células estaminais bem como o bypass, para estes pacientes em particular, eles ficam sem sintomas. Isto era há dois anos. O melhor seria se pudessemos diagnosticar a doença no início, e evitar a evolução da doença para um estado avançado.
Este é o mesmo procedimento mas agora feito da forma menos invasiva possível com apenas três orifícios no corpo onde estão a tirar o coração e simplesmente a injectar células estaminais por um procedimento laparoscópico. Ali vão as células. Não temos tempo para entrar em todos os detalhes mas basicamente, aquilo também funciona. Podem pegar em pacientes que estão menos doentes e trazê-los a um estado quase assintomático com esse tipo de terapia.
Aqui está outro exemplo de terapia de células estaminais que ainda não é bem clínico mas creio que irá sê-lo brevemente. Este é o trabalho de Kacey Marra de Pittsburgh, juntamente com um número de colegas em todo o mundo. Eles decidiram que o líquido da lipoaspiração, que -- nos Estados Unidos, temos imenso líquido de lipoaspiração. (Risos) É uma grande fonta de células estaminais. As células estaminais estão armazenadas nesse líquido de lipoaspiração. Então vocês podiam fazer uma lipoaspiração à barriguinha. Sai o líquido da lipoaspiração e neste caso, as células estaminais são isoladas e transformadas em neurónios. Tudo feito em laboratório. E penso que daqui a relativamente pouco tempo irão ver pacientes serem tratados com as suas próprias células estaminais derivadas de gordura ou tecido adiposo.
Falei antes sobre o uso de aparelhos para mudar dramaticamente a forma como tratamos as doenças. Aqui está um exemplo antes de terminar. Isto é igualmente trágico. Temos uma parceria comovente e muito cativante com os nossos colegas do Instituto de Pesquisa Cirúrgica no Exército dos EU, que têm que tratar as actuais 11.000 crianças que voltaram do Iraque. Muitos desses pacientes estão gravemente queimados.
E se há alguma coisa que se sabe queimaduras, é que não sabemos como tratá-las. Tudo o que é feito para tratar queimaduras -- basicamente fazemos retalhos. Fazemos aqui uma coisa e depois transplantamo-la para o local da ferida e tentamos que os dois peguem. Neste caso aqui, concebeu-se um novo bio-reactor -- utilizável deve ser testado clinicamente no IPC o mais tardar este ano -- pelo Joerg Gerlach em Pittsburh. E esse bio-reactor irá ser disposto na superfície da ferida. A pistola que vêm ali vaporiza células. Vai vaporizar células sobre aquela área. O reactor irá servir para fertilizar o ambiente, entregar também outras coisas ao mesmo tempo, e portanto vamos semear esse terreno, em vez de tentar os retalhos. É uma forma completamente diferente de o fazer.
Então os meus 18 minutos estão a terminar. Por isso deixem-me acabar com algumas boas notícias, e talvez um pouco de más de notícias. As boas notícias é que isto está acontecer hoje. É um trabalho muito poderoso. As imagens transmitem-no claramente. É incrivelmente difícil porque é altamente interdisciplinar. Quase todos os campos da engenharia e prática clínica estão envolvidos em ver isto acontecer.
Um número de governos e um número de regiões reconheceram que esta é uma nova forma de tratar doenças. O governo japonês foi provavelmente o primeiro, quando decidiram investir primeiro 3 biliões, e depois outros 2 biliões, neste campo. Não é coincidência. O Japão é o país mais velho em termos de esperança média de vida. Eles precisam que isto funcione ou o seu sistema de saúde morre. Por isso eles estão a concentrar nesta área tanto investimento estratégico. A União Europeia a mesma coisa. China, a mesma coisa. A China acabou de inaugurar um centro de engenharia de tecidos. O orçamento do primeiro ano foi de 250 milhões de dólares.
Nos Estados Unidos tivémos uma abordagem um tanto ou quanto diferente. Nós -- (Risos) -- oh, para o Al Gore vir e ser presidente no mundo real. Tivémos uma abordagem diferente. E a abordagem foi basicamente para arranjar fundos à medida que as coisas avançavam. Mas não houve nenhum incestimento estratégico para trazer todas as coisas necessárias para suportar e focar-se de maneira cuidadosa.
E vou terminar com uma frase, talvez uma pequena provocação gratuita, ao director do NIH, que é um homem encantador. Eu e o Jay Vacanti de Harvard fomos visitá-lo e a um número dos seus directores do seu instituto há uns meses atrás, para tentar convencê-lo que era hora de tirar apenas uma pequena parte desses 27.5 biliões de dólares que ele vai receber no ano que vem e concentrá-lo, de maneira estratégica, para assegurar que podemos acelerar o ritmo a que estas coisas chegam aos pacientes. E no fim de um encontro muito desafiante, o que o director do NIH disse foi: "A sua visão é maior que o seu apetite." Gostaria de encerrar dizendo que ninguém vai mudar a nossa visão, mas juntos podemos mudar o seu apetite. Obrigado.
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Alan Russel estuda medicina regenerativa - uma inovadora forma de pensar sobre as doenças e os ferimentos, usando um processo que pode apontar ao corpo que se reconstrua a si mesmo.
In the fight against disease, defect and injury, Alan Russell has a novel argument: Why not engineer new tissue and organs to replace sick ones? Full bio »
05:10 Posted: Aug 2007
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22:45 Posted: Oct 2006
Views 1,341,521 | Comments 456
20:22 Posted: Jun 2008
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