Eu vou direto para os slides. E tudo que eu vou demonstrar e provar a vocês com esses slides é que eu faço apenas coisas muito precisas. E as minhas idéias estão -- na minha cabeça, de qualquer forma -- e são muito lógicas e se relacionam com o que está acontecendo e resolução de problemas para clientes. Ou ao final eu convenço os clientes de que eu resolvi seus problemas, ou eu realmente resolvi seus problemas, porque geralmente eles parecem gostar.
Deixe-me ir direto para os slides. Você pode desligar a luz? Aqui em baixo. Eu gosto de ficar no escuro. Eu não quero que vocês vejam o que eu estou fazendo aqui.
Enfim, fiz esta casa em Santa Mônica, e ela tem muita notoriedade. Na verdade, ela apareceu em uma revista em quadrinhos pornô, que está no slide à direita.
Isto é em Veneza. Eu apenas mostrei porque quero que vocês saibam que estou preocupado com o contexto. No lado esquerdo, Eu tive o contexto dessas pequenas casas, e eu tentei construir uma construção que se encaixasse nesse contexto. Quando as pessoas tiram fotos destes edifícios fora do contexto eles parecem realmente estranhos, e minha premissa é que eles fazem muito mais sentido quando são fotografados ou vistos nesse espaço. E então, uma vez lidado com o contexto, eu, então, tento fazer um lugar que seja confortável e privado e bastante sereno, como eu espero que vocês descubram no slide a direita.
E então eu fiz a faculdade de direito Loyola, no centro de L.A. Eu estava preocupado em fazer um lugar para o estudo de direito. E nós continuamos a trabalhar com este cliente. O edifício à direita na parte superior está agora em construção. A garagem da direita -- a estrutura cinza -- será demolida, finalmente, e várias pequenas salas de aula serão colocadas ao longo desta avenida que nós criamos, neste campus. E tudo relacionado com os clientes e os alunos a partir da primeira reunião dizendo que eles se sentiam insatisfeitos pelo lugar. Eles queriam um senso de lugar. E assim toda a idéia aqui era criar esse tipo de espaço no centro, em um bairro que foi difícil de encaixar. E foi minha teoria, ou meu ponto de vista, que não se devia renegar o bairro -- mas fazer adaptações. Eu tentei ser, inclusivo, para incluir os edifícios na vizinhança, fossem eles prédios que eu gostasse ou não.
Nos anos 60 eu comecei a trabalhar com mobiliário de papel, e fiz um monte de coisas que foram muito bem sucedidas na Bloomingdale's. Nós ainda fizemos pisos, paredes e tudo mais, de papelão. E o sucesso disso me desnorteou. Eu não conseguia lidar com o sucesso do mobiliário -- Eu não era suficientemente seguro como arquiteto -- e assim eu fechei tudo e fiz mobiliário que ninguém iria gostar.
Assim, ninguém gostou disso. E foi nestas, preliminárias peças de mobiliário, que Ricky e eu trabalhamos em mobiliário pouco a pouco. E depois que falhamos, eu apenas continuava falhando.
A peça à esquerda -- e que acabou levando à peça à direita -- aconteceu quando o garoto que estava trabalhando nisto pegou uma dessas longas fitas de um material qualquer e dobrou-as para colocá-las no lixo. E eu pus um pedaço de fita adesiva em torno, como você vê aqui, eu notei que você poderia sentar-se nisto, e tinha muita mobilidade e força, e assim por diante. Então, foi uma descoberta acidental.
Quer dizer, a história que eu conto é que fiquei com raiva do pós-modernismo - do pomo e disse que os peixes estavam aqui 500 milhões de anos antes que o homem, e se você vai voltar para trás, podemos muito bem voltar ao começo. E assim eu comecei a fazer estas coisas engraçadas. E eles começaram a ter uma vida própria e ficaram maiores -- de um vidro no Walker (Art Center). E então cortei fora a cabeça e o rabo e tudo mais, e tentava traduzir o que eu estava aprendendo sob a forma e o movimento do peixe. E muitas das minhas idéias arquitetônicas vieram daí -- acidental, novamente -- era um tipo de coisa intuitiva, e eu apenas continuei fazendo, e fiz essa proposta de um edifício, que era apenas uma proposta.
Eu fiz este edifício no Japão. Fui levado para jantar depois do contrato para este pequeno restaurante. E eu adoro o sakê e kobe e todas essas coisas. E depois que fiquei -- Eu estava muito bêbado -- me pediram para fazer alguns esboços em guardanapos.
E eu fiz alguns esboços em guardanapos -- caixinhas e coisas de estilo Morandi que eu costumava fazer. E o cliente disse, "Por que nenhum peixe?" E assim fiz um desenho com um peixe, e deixei o Japão. Três semanas depois recebi um conjunto completo de desenhos dizendo que ganhamos a competição.
Agora, isto foi difícil de fazer. É difícil traduzir uma forma de peixe, porque é tão bonito -- perfeito -- em um edifício ou objeto como este. E Oldenburg, com quem eu trabalho de vez em quando, me disse que eu não poderia fazê-lo, e isso tornou a coisa ainda mais excitante. Mas ele estava certo -- eu não poderia fazer a cauda. Comecei a fazer a cabeça OK, mas a cauda eu não podia fazer. Foi muito difícil. A coisa à direita é uma forma de cobra, um zigurate. E eu os coloquei juntos, e você caminha entre eles. Foi um diálogo com o contexto novamente. Agora, se você viu uma foto disto como foi publicado na Architectural Record, eles não mostram o contexto, assim você pensaria, "Deus, que cara forçador ele é." Mas um amigo meu passou quatro horas vagando por aqui procurando este restaurante. Não conseguiu encontrá-lo. Assim --
quanto a habilidade e tecnologia e todas essas coisas que você todos ficam falando, eu fui virado de ponta cabeça. Este foi construído em seis meses. Do modo como enviamos os desenhos para o cliente -- nós usamos o computador mágico em Michigan que esculpe modelos, e nós costumamos fazer modelos de espuma que esta coisa digitaliza. Fizemos os desenhos de peixes e escamas. E quando eu cheguei lá, tudo estava perfeito -- exceto a cauda. Então, eu decidi cortar a cabeça e a cauda.
E eu fiz o objeto da esquerda para o meu show na Walker. E é uma das mais bonitas peças que já fiz, eu acho. E então, Jay Chiat, um amigo e cliente me pediu para fazer o seu edifício-sede em L.A. Por razões que não quero falar, foi adiado. Resíduos tóxicos, eu acho, é a palavra-chave para isto. E assim nós construímos um edifício temporário -- Estou ficando bom em temporários -- e coloquei uma sala de conferências que é um peixe.
E, finalmente, Jay arrastou-me para minha cidade natal, Toronto, Canadá. E há uma história -- é uma história real -- sobre a minha avó ter comprado uma carpa na quinta-feira, trazendo para casa, colocando-a na banheira quando eu era criança. Eu brinquei com ela de noite. Quando fui dormir, no dia seguinte ela não estava lá. E na noite seguinte, tínhamos peixe empanado.
E assim eu montei este interior para os escritórios de Jay e eu fiz um pedestal para uma escultura. E ele não comprou uma escultura, por isso fiz uma. Eu fui ao redor de Toronto e encontrei uma banheira como a da minha avó, e eu pus o peixe dentro Foi uma brincadeira.
Eu brinco com pessoas engraçadas como Oldenburg. Somos amigos há muito tempo. E começamos a trabalhar em coisas. Alguns anos atrás, nós fizemos uma performance em Veneza, Itália, chamado "Il Corso del Coltello" -- o canivete suíço. E a maioria das imagens é --
do Claes, mas esses dois meninos são meus filhos, e eles eram assistentes de Claes na peça. Ele era o canivete suíço. Ele era um vendedor de lembranças que sempre quis ser pintor, e eu era Frankie P. Toronto. P de Palladio. Vestido como o prédio AT&T de Claes --
com um chapéu de peixe. O destaque da apresentação estava no final. Este belo objeto, o canivete suíço, que eu recebi de crédito por participar. E posso dizer-lhes -- é totalmente um Oldenburg. Eu não tinha nada a ver com isso. A única coisa que eu fiz foi, eu tornei isto possível para eles para transformar essas lâminas de forma que você possa navegar esta coisa no canal, porque adoro velejar.
Fizemos isso em uma embarcação à vela.
Eu sou conhecido por bagunçar coisas como uma cerca de corrente. Eu faço isso porque é uma coisa curiosa na cultura quando as coisas são feitas em quantidades tão grandes, absorvidos em quantidades tão grandes, e não há contradição sobre elas. As pessoas odeiam. E eu estou fascinado com eles que, como o mobiliário de papel -- é um desses materiais. E eu sou sempre levado a isto. E assim eu fiz um monte de coisas sujas com elos de correntes que ninguém vai me perdoar. Mas Claes fez uma concessão sobre isto na Escola de Direito Loyola. E esses elos de corrente são realmente caros. Está na perspectiva e tudo.
E então nós fizemos um acampamento juntos para crianças com câncer. E você pode ver, começamos a fazer o prédio juntos. Naturalmente, a lata de leite é dele. Mas nós estávamos tentando colidir nossas idéias, colocar objetos próximos um do outro. Como um Morandi -- como as garrafinhas compondo uma natureza morta. E pareceu funcionar como uma forma de colocar-nos juntos.
E então, Jay Chiat me pediu para fazer este edifício neste lote engraçado em Veneza, e eu comecei com essa coisa de três peças, e você entra no meio. Jay e me perguntou o que eu ia fazer com a peça no meio. E ele me empurrou isto. E um dia eu tive um -- oh, bem, do outro lado. Eu tinha os binóculos de Claes, e os coloquei lá, e eu nunca teria outra chance de me livrar deles depois disso. Oldenburg fez um incrível binóculo quando ele me enviou o primeiro modelo da proposta real. Isto fez meu edifício parecer doente. E foi essa interação entre esse tipo de, aposta no material, que o tornou bastante interessante. Isto leva até a construção do lado esquerdo. E eu ainda acho que a foto na revista Time será do binóculo, você sabe, deixa para lá -- que diabos.
Eu uso um monte de metal no meu trabalho, e eu tenho muita dificuldade para conectá-los com a técnica. A coisa toda sobre a minha casa, todo o uso de carpintaria bruta e tudo mais, foi a frustração com as técnicas disponíveis E eu disse: "Se eu não conseguir a matéria-prima que eu quero, Vou usar a matéria-prima que eu conseguir. " E havia uma abundância de modelos para isto, em Rauschenberg e Jasper Johns, e muitos artistas que estavam fazendo bela arte e escultura com materiais de sucata. Fui para o metal, porque era uma maneira de construir um edifício que era uma escultura. E era tudo de um material, e o metal poderia ir no telhado, bem como nas paredes. E os metalúrgicos, a maior parte, fazem dutos por trás do teto e outras coisas. Foi-me dada a oportunidade de criar o design de uma mostra para os sindicatos dos metalúrgicos da América e Canadá em Washington, e eu fiz isso com a condição de que eles se tornassem meus parceiros no futuro e ajudassem-me com todos os futuros edifícios de metal, etc, etc E está funcionando muito bem ter estas pessoas, estes artesãos interessados. Acabei de contar as histórias. É uma maneira de se conectar, pelo menos, com algumas dessas pessoas que são tão importantes para a realização da arquitetura.
A opção por metal continuou em um edifício -- Herman Miller, em Sacramento. E isso é apenas um complexo de prédios de fábricas. E Herman Miller tem essa filosofia de ter um lugar -- um lugar para as pessoas. Quero dizer, é uma coisa repetitiva de se dizer, mas na verdade eles queriam ter um lugar central onde seria o refeitório, onde as pessoas viriam e onde o povo que trabalhava pudesse interagir. Portanto no meio do nada, e você se aproxima disto. É cobre e ferro galvanizado. E eu usei o ferro galvanizado e cobre em uma bitola muito leve para que entortasse. Passei muito tempo desfazendo a estética de Richard Meier. Todo mundo está tentando obter os painéis perfeitos, e eu sempre tento torná-los desleixados e embaçados. E eles acabam parecendo pedra. Esta é a área central. Tem uma rampa.
E esta pequena cúpula é um edifício de Stanley Tigerman. Stanley foi instrumental para que eu conseguisse este trabalho. E quando eu tinha ganhado o contrato eu, bem no início, perguntei ao cliente se eles iriam deixar Stanley fazer uma participação comigo. Porque estas eram idéias que nós estávamos falando sobre, construindo coisas ao lado da outra, fazendo -- é tudo sobre uma metáfora para uma cidade, talvez. E assim, Stanley fez a pequena cúpula. E nós fizemos por telefone e por fax. Ele iria me mandar um fax, e me mostrar algo. Ele tinha feito uma construção em forma de cúpula e ela tinha uma pequena torre. Eu lhe disse: "Não, não, isso é muito bagunçado. Eu não quero a torre. " Então, ele voltou com um simples edifício, mas ele colocou alguns detalhes engraçados nele e moveu-o mais próximo do meu prédio. E por isso decidi colocá-lo em uma depressão. Eu coloquei ele em um buraco e fiz uma espécie de buraco que se senta dentro E assim, em seguida, ele colocou duas pontes -- isso tudo aconteceu por fax, indo e voltando ao longo de um período de duas semanas. E ele pôs estas duas pontes com parapeito rosa sobre elas. E então eu pus este grande outdoor por trás dele. E eu chamei, "Davi e Golias". E essa é a minha cafeteria.
Em Boston tivemos este antigo edifício do lado esquerdo. Era um edifício muito conhecido fora da autoestrada, e nós adicionamos um piso e o limpamos e o arrumamos e usei o tipo de -- eu penso -- linguagem do bairro, que tinha essas cornijas, projetando cornijas. O meu ficou um pouco exuberante, mas eu usei cobre chumbo, que é um material bonito, e ele fica verde em 100 anos. Em vez de, como o cobre, em 10 ou 15. Nós refizemos a lateral do prédio e re-proporcionamos as janelas para que coubessem no espaço. E surpreendeu a ambos, Boston e eu, ter conseguido aprová-lo, porque eles têm premissas muito restritas sobre design, e eles normalmente não achavam que eu me encaixaria. O detalhamento foi muito cuidadoso com o cobre chumbo e fizemos os painéis e fixamos firmemente na estrutura do edifício existente.
Em Barcelona, em Las Ramblas para algum festival de filmes. Eu fiz o sinal de Hollywood ir e vir, fiz um edifício dele, e eles construíram. Eu voei para lá uma noite e tirei essa foto. Mas eles fizeram-no um terço menor do que meu modelo, sem me avisar.
E em seguida, mais metal e alguns elos de corrente em Santa Mônica -- um pequeno shopping center.
E este é um laboratório de laser na Universidade de Iowa, em que o peixe volta como uma abstração no fundo. Eram os suportes do laboratório que, por alguma coincidência, não necessitavam de janelas. E a forma ajustava-se perfeitamente. Eu apenas juntei os pontos. Na parte curva estão todos os equipamentos mecânicos. E aquela parede sólida atrás é um espaço para canos -- um vale de canos -- e então esta foi uma oportunidade que aproveitei. porque eu não tenho que ter dutos ou aberturas salientes ou coisas deste tipo nesta forma. Ela me deu a oportunidade de fazer uma escultura com ela mesma.
Esta é uma pequena casa em algum lugar. Eles estão construindo há tanto tempo que eu não me lembro onde está. Este é no West Valley. E começamos com o riacho e construímos a casa ao longo do córrego -- represado-o para fazer um lago. Estes são os modelos. A realidade, com o lago -- o acabamento é muito ruim. E me lembrou porque eu ficava na defensiva em coisas como a minha casa. Quando você tem que fazer algo realmente barato, é difícil obter curvas perfeitas e coisas assim. Essa coisa de metal grande é uma passagem, e dela -- você desce para a sala e em seguida para o quarto, que está à direita. É como uma cidade inteira construída.
Fui convidado para fazer um hospital para adolescentes esquizofrênicos em Yale. E eu pensei que caia perfeitamente para que eu o fizesse.
Esta é uma casa próxima a casa de Philip Johnson em Minnesota. Os proprietários tinham um dilema -- eles pediram para Philip fazê-lo. Ele estava muito ocupado. Ele não me recomendou, diga-se de passagem.
Acabamos fazendo dela uma escultura, porque o dilema era, como é possível construir um edifício que não se pareça com a linguagem? Será que a aparência bonita desta propriedade seria sub-dividida? Et cetera, et cetera. Você tem a idéia. e assim nós finalmente terminamos por fazê-la. Essas pessoas são colecionadores de arte. E finalmente nós fizemos isto parecer muito escultural da casa principal, e todas as janelas que estão do outro lado. E o edifício é muito escultural quando você anda em torno dele. É feito de metal e a coisa marrom é Fin-Ply -- que é formado de madeira vinda da Finlândia. Nós a utilizamos na capela da Loyola, e não funcionou. Eu fico tentando fazer isso funcionar. Neste caso nós aprendemos como detalhá-lo.
Em Cleveland, há Burnham Mall, na esquerda. Isso nunca foi terminado. Saindo do lago, você pode ver todos os novos edifícios que construímos. E nós tivemos a oportunidade de construir um edifício neste local. Há uma linha ferroviária. Esta é a prefeitura por aqui em algum lugar, e o tribunal. E a linha central do shopping sai para fora. Burnham tinha projetado uma estação de trem que nunca foi construída, e assim seguimos. Sohio está no eixo aqui, e nós seguimos o eixo, e eles são dois tipos de traves. E este é o nosso edifício, que é a sede de uma companhia de seguros. Nós colaboramos com Oldenburg e colocamos um jornal lá em cima, dobrado. A academia está junto da garagem com uma braçadeira em C, de Cleveland.
Você dirige para baixo. Portanto, é uma braçadeira em C com cerca de 35 metros. E tudo isso no fundo é um museu, e uma idéia para uma entrada de automóveis muito extravagante. Este proprietário tem uma implicância com entradas de automóveis ruins. E isso seria um hotel. Assim, a idéia central desta coisa -- seria preservá-lo, e começaria a trabalhar com a escala nos edifícios novos por Pelli e Kohn Pederson Fox, et cetera, que estão em andamento. É difícil fazer arranha-céus. Eu me sinto muito mais confortável aqui.
Esta é uma parte da propriedade em Brentwood. E há muito tempo, em 82 ou algo assim, depois da minha casa -- Eu desenhei uma casa para mim que seria uma aldeia de vários pavilhões em torno de um pátio -- e a proprietária deste lote trabalhou para mim e construiu esse modelo real do lado esquerdo. E ela voltou, Eu acho que enriqueceu ou algo do tipo -- algo aconteceu -- e me pediu para desenhar uma casa para ela no lugar. E seguindo a idéia básica da aldeia, nós mudávamos a medida que nos envolvíamos com a idéia. Fechei a casa dentro do local, cortando a outra ponta -- aqui você pode ver as fotografias do local -- cortando isto e colocando todos os banheiros e closets como um muro de contenção, criando uma zona de nível inferior para o quarto principal, que eu concebi como uma espécie de barcaça, parecendo um barco. E é isto, construído. A cúpula foi um pedido da cliente. Ela queria uma cúpula em algum lugar da casa. Ela não se importava onde. Quando você dorme neste quarto, eu espero -- Quero dizer, eu não dormi nele ainda. Eu a pedi em casamento para que eu pudesse dormir lá, mas ela disse que eu não precisava fazer isso. Mas quando você está neste quarto, você se sente como se estivesse em um tipo de barcaça em algum tipo de lago. E é muito reservada. A paisagem está sendo construída em torno para criar um jardim privativo. E então, lá em cima há um jardim deste lado da sala de estar, e outro do lado contrário.
Estas não estão muito bem focadas. Eu não sei como fazer a partir daqui. Foque no da direita. É lá em cima. Esquerda -- é a minha direita.
De qualquer forma, você entra em um jardim com um belo bosque de árvores. Essa é a sala de estar. Quartos dos empregados. Um quarto de hóspedes, que tem essa cúpula de mármore sobre ele. E então você entra na sala e assim por diante. Este é o quarto. Você vem para baixo desse nível ao longo da escada e você entra no quarto aqui, indo para o lago. E a cama está de volta neste espaço, com janelas com vista para o lago. Essas coisas de Stonehenge foram projetados para o primeiro plano e para criar uma maior profundidade neste espaço raso. O material é cobre chumbo, como no prédio em Boston. E então esta foi a intenção fazer este pequeno pedaço de terra -- ele tem 100 por 250 -- em uma espécie de uma propriedade, separando estas áreas e fazendo a sala de estar e sala de jantar neste pavilhão com um espaço alto nele. E isso aconteceu por acaso que eu acertasse direito no eixo com a mesa de jantar. Parece que eu consegui uma pintura Baldessari gratuitamente. Mas a idéia é, as janelas estão todas colocadas para que você veja pedaços da casa fora. Eventualmente, esta será exibida -- estas árvores irão crescer -- e vai ser muito privado. E você sente como se estivesse em sua própria espécie de vila.
Isto foi para Michael Eisner -- Disney. Estamos fazendo um trabalho para ele.
E esta é, em Anaheim, Califórnia, e é uma construção de auto-estrada. Você vai por baixo desta ponte a cerca de 65 milhas por hora, e há outra ponte aqui. E você vai através desta sala em uma fração de segundo, e o prédio vai como que refletir isso. Na parte de trás, é muito mais humano -- entrada, refeitório, et cetera E então essa coisa aqui -- Eu espero que enquanto você dirigir por aqui você ouça o efeito do som batendo na cerca de piquete. Uma coisa divertida de se fazer.
Eu estou fazendo um prédio na Suíça, Basel, que é um edifício de escritórios de uma empresa de móveis. E nós lutamos com a imagem. Estes são os primeiros estudos, mas eles têm de vender móveis para pessoas normais, por isso, se eu fizesse o edifício e ele fosse muito extravagante, então as pessoas poderiam dizer, "Bem, a mobília parece OK nesta coisa, mas não, ela não vai parecer bem no meu prédio normal." Então nós fizemos uma espécie de laje pragmática na segunda fase aqui, e nós pegamos as instalações para conferências e fizemos uma vila fora dela para que o espaço comum seja muito escultural e separado. E você olha para ele a partir dos escritórios e cria uma espécie de interação entre essas partes.
Isto está em Paris, ao longo do Sena. Estádio Esportivo, a Estação de Lyon por aqui. O Ministro das Finanças -- o cara que se mudou do Louvre -- vem para cá. Há uma nova biblioteca através do rio. E logo aqui, neste parque já arborizado. estamos fazendo um edifício muito denso chamado Centro Americano, que tem um teatro, apartamentos, escola de dança, um museu de arte, restaurantes e todos os tipos de -- é um programa muito denso -- livrarias, et cetera. Tudo muito justo, pequeno -- Este é o nível do solo. E os franceses têm este jeito extraordinário de estragar as coisas fazendo um belo lugar e cortando a esquina fora. Eles chamam isso de plano cortado. E eu lutei contra essa coisa -- como chegar na esquina.
Estes são os modelos para isso. Mostrei a vocês o outro modelo, aquele -- esta é a maneira que eu me organizo para que eu possa fazer o desenho -- assim eu entendi o problema. Eu estava tentando contornar este plano cortado -- como você faz isso? Apartamentos, et cetera. E estes são os tipos de modelos de estudo que fizemos. E a outra à esquerda, é terrível. Você pode ver porque eu estava pronto para cometer suicídio, quando isto foi construído. Mas fora dele veio finalmente esta resolução, onde colocar o elevador trabalhei frontalmente nisto, paralelamente a esta rua, e também paralela aqui. E então, esse tipo de torção, com este balcão e a saia, como uma espécie de bailarina levantando a saia para me deixar entrar no foyer. Os restaurantes aqui -- os apartamentos e o teatro, et cetera. Então, tudo seria construído em pedra, pedra calcária francesa, exceto por esse pedaço de metal. E que leva a um parque. E a idéia era fazer isto expressar a energia disto. Do lado de frente para a rua é muito mais normal, exceto que movi algumas mansardas para baixo, de modo que chegasse a este ponto, estas unidades habitacionais fazem um gesto para a esquina. E este será uma espécie de outdoor high-tech. Se algum de vocês tiver alguma idéia para ele, por favor contate-me. Eu não sei o que fazer.
Jay Chiat é um masoquista, e ele me contratou para fazer uma casa para ele em Hamptons. E surgiu o peixe, E eu fico pensando: "Este vai ser o último peixe". É como um viciado em drogas. Eu digo que não vou mais fazer isso -- eu não quero mais fazer isso -- Eu não vou mais fazer isso. E então eu faço.
Aí está. Mas é a sala de estar. E essa parte aqui é -- Eu não sei o que é. Apena adicionei isto para que termos dinheiro suficiente no orçamento para que pudéssemos jogar alguma coisa fora.
Esta é a EuroDisney, e eu já trabalhei com todos esses caras que apresentei a vocês anteriormente. Nós tivemos muitos momentos divertidos trabalhando juntos. Eu acho que sou de Marte para eles, como eles são para mim, mas de certa forma nós todos conseguimos trabalhar juntos, e eu acho que, produtivamente. Até agora. Isso é algo para compras. Você entra no Magic Kingdom e o hotel que o grupo Tony Baxter está fazendo ali -- E este é uma espécie de shopping center, com um rodeio e restaurantes. E outro restaurante. O que eu fiz -- por causa dos céus de Paris serem bastante sem graça, eu fiz uma grade de luz que é perpendicular à estação de trem, até a via do trem. Parece algo que está lá, e que então todas essas formas mais simples se colidem nela. A grade de luz terá uma luz, iluminando à noite e dará uma espécie de luz de teto. Na Suíça -- Alemanha, na verdade -- no Reno, em frente à Basileia, fizemos uma fábrica de móveis e um museu do mobiliário.
E eu tentei -- há um edifício de Nick Grimshaw ali, tem uma escultura de Oldenburg ali -- Eu tentei criar uma relação urbanisticamente. E não dei bons slides para mostrar -- acabou de ser concluída -- mas esta peça aqui é este edifício, e essas peças aqui e aqui. E enquanto você passa por ele, está sempre em partes -- você o vê como todas estas peças acumulando e se tornando parte de todo um bairro. Isto é gesso e apenas zinco. E você imagina, se isto é um museu, como será no interior? Se ele vai ser tão cheio e louco que você não mostraria nada, e apenas esperaria. Eu sou tão esperto e inteligente -- Eu o fiz tranquilo e maravilhoso. Mas do lado de fora ele grita com você um pouco. É na verdade, basicamente três praças com um par de clarabóias e outras coisas. E a partir da parte de trás da construção, você o vê como um iceberg flutuando nas colinas. Eu sei que estorei o tempo. Veja, esta clarabóia vai para baixo e se torna aquela. Assim no interior é bastante silencioso.
Este é o Disney Hall -- a sala de concertos. É um projeto complexo. Tem uma sala de câmara. É relacionado ao já existente Pavilhão Chandler que foi construído com muito amor, lágrimas e carinho. E não é um grande edifício, mas eu o abordei de forma otimista, que iríamos fazer uma relação composicional entre nós que reforçaria a ambos. E o plano disso -- é uma sala de concertos. Este é o foyer, que é uma espécie de estrutura de jardim. Há comércio no piso térreo. Estes são os escritórios, os quais, realmente, na competição, nós não tivemos que projetar. Mas, finalmente, há um hotel ali. Estes foram o tipo de relações feitas para o Chandler, compondo estas elevações em conjunto e relacionando-os com os edifícios que existiam -- para MOCA, et cetera.
O técnico de acústica na competição nos deu alguns critérios o que levou a este esquema compartimentado, que descobrimos depois da competição que não funcionaria afinal. Mas todo mundo gostava dessas formas e do espaço, e então este era um dos problemas de uma competição. Você deve então tentar e conseguir fazer funcionar de alguma forma. E nós estudamos muitos modelos. Este foi o nosso modelo original. Estes foram os três edifícios que eram os ideais -- o Concertgebouw, Boston e Berlim. Todo mundo gostou do entorno. Na verdade, este é o menor salão em tamanho, e tem mais assentos do que qualquer um dos outros porque tem balcões duplos. Nosso cliente não queria balcões, assim -- e quando conhecemos nosso novo técnico de acústica, ele nos disse esta era a forma certa ou esta era a forma certa. E nós tentamos várias formas, tentando obter a energia do projeto original dentro de um formato acústico aceitável. Nós finalmente concordamos com o formato que estava a proporção do Concertgebouw com as paredes inclinadas para fora, disse o técnico de acústica eram cruciais para isso e depois decidiram que não eram, mas agora nós as fizemos assim.
E nossa idéia é fazer os assentos muito esculturais e de madeira e é como sentar em um grande barco nesta sala de gesso. Essa é a idéia. E os cantos teriam clarabóias e estas colunas seriam estruturais. E a coisa boa sobre a introdução de colunas é, elas dão você uma sensação de proscênio de onde você se senta, e cria intimidade. Agora, isso não é um projeto final -- estes são apenas prospectos -- e assim eu não os aceitaria literalmente, exceto pela sensação de espaço. Estudamos a acústica com o equipamento a laser, e eles jogaram isto pra gente e vimos onde tudo funcionaria. Mas você tem a sensação do salão em seções. A maioria das salas fica diretamente abaixo do proscênio. Neste caso vamos abri-lo atrás e colocar clarabóias nos quatro cantos. E assim ela terá uma forma bem diferente.
O edifício original, por ser da forma de uma rã, encaixa maravilhosamente no local e dobra-se muito bem. Quando você chegar em uma caixa, é mais difícil fazê-lo -- e aqui estamos nós, lutando para colocar o hotel em pé. E este é um bule de chá que eu projetei para Alessi. Eu apenas o enfiei lá. Mas este é o jeito como eu trabalho. Eu pego peças e pedaços e olho para eles e luto com eles e corto-os fora. E é claro que não vai se parecer com isso, mas é o jeito louco que eu tendo à trabalhar.
E então, finalmente, em Los Angeles me pediram para fazer uma escultura ao pé do Interstate Bank Tower, o edifício mais alto de L.A. Larry Halprin está fazendo as escadas. E me pediram para fazer um peixe, e assim eu fiz uma cobra.
É um espaço público, e eu fiz isso uma espécie de estrutura de jardim, e você pode andar por ele. É uma kiva, e Larry está colocando um pouco de água lá, e ele funciona muito melhor do que um peixe.
Em Barcelona, me pediram para fazer um peixe, e estamos trabalhando nisso, ao pé do Ritz-Carlton Tower está sendo feito por Skidmore, Owings e Merrill. E o Ritz-Carlton Tower está sendo projetado com aço exposto, não é à prova de fogo, parecido com aqueles velhos tanques de gás. E assim nós tomamos a linguagem deste aço exposto e a usamos, pervertendo isto, em forma de peixe, e criamos uma espécie de uma engenhoca do século 19 que parece, que vai sentar-se -- esta é a praia e o porto em frente, e isso é realmente um shopping center com lojas de departamento. E nós dividimos estas pontes. Originalmente, elas eram sólidas com um furo. Nós as cortamos e fizemos várias pontes e criamos uma espécie de primeiro plano para este hotel. Nós mostramos isso ao pessoal do hotel, outro dia e eles ficaram aterrorizados, e disseram que ninguém mais viria para o Ritz-Carlton, por causa deste peixe.
E finalmente, eu só joguei esses em -- Lou Danziger. Eu não esperava que Lou Danziger estivesse aqui, mas esta é uma construção que eu fiz para ele em 1964, eu acho. Um pequeno estúdio -- e infelizmente ele está à venda. O tempo passa.
E este é meu filho trabalhando comigo em uma pequena fast-food. Ele projetou o robô como caixa, e a cabeça se move, e eu fiz o resto. E a comida não era tão boa quanto o material, e por isso ele quebrou. Deveria ter sido ao contrário -- o alimento deveria ser bom em primeiro lugar. Não funcionou.
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Antes de ser uma lenda, o arquiteto Frank Gehry fez um tour de campanha sobre seus primeiros trabalhos, a partir de sua casa na praia em Veneza ao Centro Americano em Paris, que estava em construção (e muito em sua mente), quando ele deu esta palestra.
A living legend, Frank Gehry has forged his own language of architecture, creating astonishing buildings all over the world, such as the Guggenheim in Bilbao, the Walt Disney Concert Hall in LA, and Manhattan's new IAC building. Full bio »
Translated into Portuguese, Brazilian by Eduardo Carvalho
Reviewed by Christine Veras
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22:00 Posted: Jan 2008
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