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O que eu quero falar, dando uma idéia geral, é a idéia de que carros são arte. Isso é na verdade muito significativo para mim, porque designers de carro não são muito levados em consideração, nós não criamos mesas para livros com apenas uma lâmpada dentro, e os carros são tão lembrados um produto e isso dificulta um pouco ver o lado estético usando a mesma terminologia que se usa ao discutir arte. Portanto, carros, assim como a Arte, nos levam a um plano emocional - Se você concordar com isso - então você terá que analisa-lá no mesmo nível que a Arte, com um "A" maiúsculo.
Agora, nesse instante, vocês verão uma imagem de Michelangelo. Isso é totalmente diferente de automóveis. Automóveis são coisas que movem-se sozinhas, certo? Elevadores são automóveis. E eles não geram muita emoção, eles tem um propósito, e, certamente, automóveis, que já existem há uns 100 anos e facilitaram muito nossas vidas de muitas maneiras, também tem sido um grande problema. Por que automóveis são um problema que temos de resolver. Resolvemos a poluição, resolvemos os congestionamentos -- porém isso não é o meu interesse nessa palestra.
O que me interessa nessa palestra são os carros. Automóveis podem ser algo que você apenas use, mas carros são o que somos de muitas maneiras. E, contanto que consigamos resolver os problemas de automóveis, e eu acredito que possamos, com células de combustível ou hidrogênio, como a BMW tá dominando, e muitas outras coisas, então penso que podemos olhar antes disso e tentar e entender porque isso atrai tantos de nós -- nesta fissura por carros -- e o que isto significa, é o que podemos aprender com isso. É nesse ponto que quero chegar. Carros não são um armário de roupas, carros são avatares, carros são uma expansão de você mesmo, eles pegam seus pensamentos, suas idéias, suas emoções e as multiplicam -- sua raiva, o que seja. É um avatar. É uma "super-fantasia" em que você se acha dentro, e se você se sente sexy, o carro é sexy. E se você estiver cansado da selva do trânsito você tem que ter um "Chevy: Como Rocha", certo?
Carros são uma escultura -- vocês sabiam disso? Todos os carros que você vê aí fora são esculpidos à mão. Muita gente pensa: "Bem, foram os computadores, e é tudo feito por máquinas e coisas assim." Bem, as máquinas reproduzem, mas os originais são todos feitos à mão. Feitos por homens e mulheres que acreditam muito em sua arte. E colocam o mesmo tipo de "tensão" ao esculpir um carro que se tem em um grande escultura que você veria em um museu. É aquela tensão entre a necessidade de "expressar" e a necessidade de "descobrir" então você coloca algo novo nela, e, ao mesmo tempo, você tem os limites do artesanato. Regras que dizem "é assim que você manipula superfícies", é isso de que se trata o controle; é assim que você demonstra que é um mestre da sua arte. E essa tensão, essa descoberta, esse ímpeto por algo novo -- e, ao mesmo tempo, esse senso de obrigação quanto ao artesanato -- que é tão presente nos carros como em qualquer outra coisa. Nós trabalhamos com argila e isso não mudou muito desde que Michelângelo começou a mexer com isso, e há uma analogia bastante interessante a respeito disso também. Rapidamente -- Michelângelo disse certa vez que estava ali para "descobrir a figura interior," OK? Aí está, o automóvel. E isso foram 100 anos só nisso, vocês notaram? Entre aquele e esse aqui, não mudou muito, não é? Não é marketing...há um conceito de carro muito interessante aqui, mas a área do marketing não é o meu foco nessa palestra. Eu quero falar sobre isso. O que significa você lavar seu carro, o que é isso, essa sensualidade que você tem que tocar? Essa parte é a "escultura". Essa sensualidade. E é feita por homens e mulheres trabalhando exatamente assim, fazendo carros.
Nessa pequena citação de Henry Moore, sobre esculturas, Eu acredito que a "pressão interior" da qual Moore está falando -- pelo menos quanto a carros -- volta à essa idéia do meio. É essa vontade de viver, essa necessidade de sobrevivência, de se expressar, que vem em forma de carro, e domina pessoas como eu. E nós falamos, "Faça isso, faça isso, faça isso," até que essa "coisa" crie vida. Ficamos completamente "infectados." E a beleza pode ser o resultado dessa "infecção". É maravilhoso. Essa escultura está, obviamente, no coração de tudo isso, e é justamente isso que os artistas colocam nos nossos carros. E não é muito diferente, é sério, quando estão trabalhando assim, ou quando alguém trabalha assim. É o mesmo tipo de comprometimento, o mesmo tipo de beleza.
Agora, agora cheguei ao ponto. Eu quero falar sobre carros como Arte. Arte, falando platonicamente, é "a verdade", é "a beleza" e "o amor". Este é o ponto em que os projetistas de carros se diferem dos engenheiros. Nós não temos problema algum de falar sobre amor. Não temos problemas de falar sobre verdade ou beleza neste sentido. Isso é o que buscamos -- quando estamos trabalhando nossas arte; estamos realmente tentando encontrar a "verdade". Não estamos tentando alcançar vaidade ou beleza. Estamos tentando alcançar a beleza na verdade. Entretanto, engenheiros tendem a olhar a coisas um pouco mais "Newtonianas" em vez de uma aproximação mais Quântica. Estamos lidando com irracionalidades, e lidando com paradoxos que admitimos existir, e engenheiros tendem a olhar as coisas um pouco como Dois mais dois é quatro, e se você tiver 4.0 é melhor, e se tiver 4.0000 é melhor ainda. e isso muitas vezes leva a uma certa divergência entre o porque fazemos e o que estamos fazendo. Nós já aceitamos muito o fato que nós somos o lado feminino na organização da BMW -- BMW é essencialmente masculina, -- homens, homens, homens, é engenharia. E nós somos como o lado feminino, tudo bem, está tudo certo, vocês podem ser homens, nós seremos um pouco mais femininos Porque estamos interessados em achar a forma que vá além do que apenas uma função.
Estamos interessados em achar a beleza, e isso é mais do que a estética, e é realmente uma verdade. E eu acredito que esta idéia de alma, como sendo o coração dos grandes carros, e é muito aplicável. Vocês todos sabem disso. Vocês conhecem um carro quando vêem ele, com alma. Vocês sabem o como é forte isso. Bom, essa experiência de amor, e a experiência de design, para mim, é intercambiável. E agora estou chegando na minha história.
Eu descobri algo sobre amor e design durante o projeto chamado "Deep Blue". Antes de tudo, vocês me acompanhem por um segundo, e digam você sabe, poderíamos tirar a palavra amor de muitas coisas em nossa sociedade coloque a palavra design, e ainda assim vai funcionar, como esta citação, você sabem, até que funciona, sabem? A gente entende isso. Funciona do seu jeito. "Vale tudo na guerra e no design" Certamente vivemos em uma sociedade competitiva. Eu acredito que isto aqui, está é a canção mais popular. isso realmente descreve Philippe Starck para mim, sabe, é como você sabe, é como "Puppy love" sabe, é legal, né? Escova de dentes, legal. Só parece sério quando você olha para algo assim, ok?
Essa é uma substituição que eu acredito que todos nós, no processo do design, somos culpados. E essa idéia que existe mais para amar, mais design para se fazer, quando chega ao seu seu vizinho, seu próximo, pode ser físico assim, e talvez no futuro seja. Mas agora estamos lidando com nossa própria gente, nossas próprias equipes estão criando. Então, para a minha história. A idéia das pessoas trabalhando é o que vamos trabalhar aqui, e eu tenho que fazer uma conexão com meus designers quando estamos criando BMWs. Nós temos que compartilhar intimidade, a mesma visão Isso significa que temos que trabalhar como uma familia, nós temos que nos entender desse jeito Existem tempos bons, existem tempos interessantes, e tempos estressantes também. Você quer fazer carros, você tem que sair. Você tem que fazer carros para as chuvas, quando neva Isto, a propósito, é uma apresentação que fizemos para nosso conselho de diretores. Nós arrastamos eles para a neve também. Você quer conhecer um carro no dia-a-dia Bem, você tem que estar la fora também. E porque eles são artistas, eles tem temperamentos de artista também. Certo? Agora uma coisa sobre arte, arte é descobrir, e arte é descobrir você pela arte. Certo? e uma coisa sobre carros é que somos como Pygmalion, estamos completamente apaixonados pelas nossas criações. Esta é um dos meus quadros favoritos, ele realmente descreve nossa relaçao com os carros. É tao doentio quanto se imagina.
Devido a isso, essa intimidade que trabalhamos como um time toma uma nova dimensão, um novo significado. Nós temos um ponto em comum, dividimos a mesma visão, esse carro fica no meio de nossas relações. E este é o meu trabalho, no processo competitivo, para resumir. Ouvi hoje por Joseph sobre genes da morte que se precisa entrar e matar a células reprodutoras. Sabe, e isso que tenho que fazer algumas vezes. Nós começamos com 10 carros, e reduzimos para 5 carros, para três carros, para dois carros, para um carro. E estou no meio dessa matança, basicamente. O amor de alguém, o bebê de alguém. É muito difícil, e você tem que ter um laço com seu time que permita você fazer isso, porque a vidas deles estão enlaçadas em suas criações. Eles têm aquele gene infectado tambem, e eles querem viver, mais do que tudo.
Bem, este projeto, Deep Blue, me pôs em contato com meu time de um jeito que nunca esperei, e quero passar isso para vocês, porque quero refletir sobre isso, talvez nos seus próprios relacionamentos. Nós queríamos fazer um carro que fosse uma aposta para a BMW. Nós queriamos fazer um time fosse tão fora dos padrões que sempre fizemos, que eu só tinha o telefone deles para me contactar com eles. Então, o que fizemos foi em vez de ter um time de artistas que ajustamos com nosso punho. Nós decidimos dar mais liberdade para o time de designers e engenheiros para descobrirem qual seria o sucessor do fenômeno do SUV na América. Foi em 1996 que fizemos este projetos. Então nós enviamos esse time com o nome, Deep Blue (azul profundo). Muitas pessoas conhecem Deep Blue da IBM, Nós roubamos esse nome porque achamos que se alguém visse nossos faxes eles pensariam que estavamos falando sobre computadores. E acabou se tornando muito inteligente, pois Deep Blue em uma compania como a BMW, era um gancho -- Deep Blue, wow, nome legal. Então as pessoas se apegaram a ele. E pegamos nosso time de designers, E mandamos eles para a América. E demos um orçamento, Combinamos como seriam as entregas, uma tabela de tempo e mais nada. Como eu disse, eu tinha apenas um número de telefone para contactá-los.
E um grupo de engenheiros da alemanha, e a ideia era que eles trabalhassem separados nesse problema sobre o sucessor do SUV, eles deveriam se encontrar, comparar notas. Então eles deveriam trabalhar separados, Se reunir, e então eles deveriam produzir juntos uma monumental lista diferentes opiniões que não poluissem as outras ideias -- mas ao mesmo tempo juntá-las e resolver seus problemas. E esperançosamente, realmente entender o coração do consumidor, onde o consumidor está, viver com eles na América. Então -- mandamos a equipe, e na verdade algo diferente aconteceu. Eles foram para outros lugares.
Eles desapareceram, para ser honesto, e tudo o que eu recebia eram cartões postais Agora, eu recebia cartões postais deles em Las Vegas, e depois eu recebia cartões postais deles no Grand Canyon, E depois postais do Niágara, e logo depois estavam em Nova Iorque, e não sei mais de onde. E eu dizia para mim mesmo, "Esse carro vai ser show, eles estão pesquisando coisas que eu nem havia pensado antes." Certo? Então eles acharam que ao invés de ter, por exemplo, um estúdio, E seis ou sete apartamentos, Era mais barato alugar a casa antiga casa de Elizabetn Taylor no Malibu. E -- pelo menos eles me disseram que era dela, Acho que foi há algum tempo atrás, ela dava festas lá ou algo parecido. Bom de qualquer jeito, essa era a casa, e todos viveram lá. Isso é moradia 24 horas, meia-duzia de pessoas que deixaram -- alguns deixaram suas esposas e famílias para trás, e eles literalmente moraram nessa casa e pelos seis meses que o projeto ficou na América mas os três primeiros meses foram os mais intensos e uma das jovens do projeto, ela era uma fantástica dama, e realmente construiu seu quarto no banheiro. O banheiro era tão grande, ela construiu sua cama sobre a banheira -- é muito fascinante.
por outro lado, eu não sabia nada sobre isso, ok? Nada. Tudo isso acontecendo, e eu recebendo cartões postais desse caras em Las Vegas, ou outro lugar qualquer, dizendo, "Não se preocupe Chris, está ficando muito bom." Ok? Então meu conceito sobre um estúdio de design estava provavelmente -- Eu não estava pressionando sobre onde eles estavam.
Entretanto, os engenheiros em Munique tomaram suas soluções newtonianas, e eles estavam tentando descobrir quantos seguradores de copos cabem em uma cabeça de alfinete, e, sabe, essa questões realmente sérias que confrontam o consumidor moderno. E um só esperando que esses dois times se juntassem, e dessa colisão de inacreditável criatividade, sob estes incríveis panoramas, e esses engenheiros incrívelmente estressados, criariam incríveis soluções. Bem, o que eu não sabia, e o que nós descobrimos é que -- e esses caras, eles nen conversam um com o outro, sob essas condições. Você tem uma divergência no pensamento newtoniano e quântico nessa ponto, você tem uma quebra no diálogo, tão profunda, e tão distante, que eles não conseguem juntar tudo isso.
então nós tivemos nossa primeira reunião, depois de três meses em Tiburon, que é pertinho daqui -- vocês conhecem Tiburon? e a idéia era que depois dos três meses de pesquisa livre Eles iriam apresentar tudo ao Dr. Goschel -- que é o meu chefe, e naquela época ele era co-mentor no projeto -- e eles teriam de apresentar seus resultados. E nós veríamos onde estamos indo, nós veríamos o primeiro indício do que poderia se tornar o sucessor do fenômeno do SUV na América. então eu tinha essas idéias na minha cabeça, que isso ia ficar fantástico. Quero dizer, eu vou ver tantos trabalhos, vão ser tão intenso -- Eu sei que provavelmente Las Vegas tenha muito que se conversar ainda, e eu não estou tão certo onde o Grand Canyon se encaixa também -- mas de algum jeito tudo isso iria se juntar, e vou ver alguns grandes produtos, Então fomos para Tiburon, depois de três meses, e a equipe tinha se juntou uma semana antes, muito dias antes do combinado. Os engenheiros foram para lá, e se encontraram com os designers, e juntaram as apresentações.
Bem, aconteceu que os engenheiros não haviam feito nada. e eles não haviam feito nada, porque -- mais ou menos, como no ramo dos carros, os engenheiros estão la para resolver problemas, e estamos pedindo a eles para criarem problemas. e os engenheiros estavam esperando os designers dizerem, "Este é o problema que criamos, agora nos ajude a resolvê-lo." E eles não conseguiram conversar sobre isso. Então o que aconteceu foi, os engenheiros apareceram sem nada. e os engenheiros disseram aos designers, "Se vocês forem só com o material de vocês, nós sairemos, nós vamos abandonar o projeto."
Então eu não sabia nada sobre isso, e nós estavamos com a apresentação já agendada, assim. Teve muito diálogo. Nós gastamos 4 horas falndo apenas sobre vocabulário que precisava ser construído entre os engenheiros e os designers. e lá estava eu esperando a qualquer momento, "Tudo bem, eles vão virar a página, e eu vou ver alguns carros, vou ver alguns estudos, Vou ter pelo menos alguma idéia para onde está indo." O diálogo continuou, com mapas mentais das palavras, e logo estava ficando óbvio que ao invés de ficar maravilhado com idéias brilhantes, Eu estava pasmando com tanta besteira. e se você puder imaginar como foi, receber todos estes meses, cartões postais indicando que o time estava fazando um grande trabalho, e eles lá gastando toda aquela grana, e todo aquele treinamento, e eles fazendo todas essas coisas. Eu fiquei furioso certo? Eu fiquei maluco Vocês se lembram de Tiburon, parecia assim.
Depois de 4 horas disso, eu parei, e arrebentei esse time. Eu gritei com eles, berrei com eles, "O que vocês estão fazendo? Vocês estão me deixando mal, vocês são os meus designers, vocês deveriam ser os criativos, que diabos está acontecendo aqui?" Foi provavelmente uma de minhas melhores tiradas, eu tenho algumas boas, mas esta foi provavelmente uma de minhas melhores. E fui até eles, como eles puderam pegar o dinheiro da BMW, como eles puderam tirar umas férias de 3 meses e não produzirem nada, nada? Porque é claro que eles não disseram a nós que eles tinhas 3 peruas cheias de desenhos, conceito de modelos, fotos -- tudo o que eu estava querendo, eles esconderam tudo nos carros, porque eles estavam sendo solidários com os engenheiros -- e eles decidiram não me mostrar nada, em função de dar uma chance aos resolvedores de problemas, uma chance para começar porque eles não perceberam, é claro, é que eles não conseguiriam criar problemas. Então fomos almoçar --
E eu tenho que lhes dizer, este foi um almoço muito silecioso. Os engenheiros sentaram de um lado da mesa, e os designers sentaram no outro lado, bem quietos. E eu estava muito furioso, furioso, ok? Provavelmente porque eles tiveram toda diversão e eu não, vocês sabem. É o que deixa a gente mais furioso, certo? E alguém me perguntou sobre Catherine, minha mulher, vocês sabem, se ela veio comigo ou algo parecido. Eu disse não, e isso disparou uma série de pensamentos sobre minha mulher. E eu lembrei de quando Catherine e eu fomos nos casar, o padre nos deu um belo sermão, e ele disse uma coisa muito importante. Ele disse, "O amor não é egoísta", ele disse, "Amar não significa quantas vezes se diz, "Eu te amo". Não significa quantas vezes você fez sexo nesse mês, ou se foi duas vezes menos que no mês passado, então você não me ama tanto. O amor não é egoísta. "E eu pensei sobre isso, muitas vezes, "Vocês sabem, eu não estou mostrando o amor aqui, sério não é sobre mostrar o amor. Eu estou no ar, estou no ar sem nenhum apoio. Não pode ser verdade. Não pode ser verdade que eu estava esperando ver um certo números de desenhos, e para mim, este é o meu método de quantificação para se qualificar uma equipe. Não pode ser verdade."
Então eu contei a eles esta história. Eu disse,"Amigos, estou pensando em uma coisa aqui, Isso não está certo. Eu não posso ter um relacionamento com vocês baseado em uma premissa quantitativa. Baseado na premissa que dita, "Eu sou o chefe, vocês fazem o que eu mandar, sem confiança." Eu disse "Não pode ser assim." Chegamos até a chorar, para ser bem honesto com vocês, porque eles não podiam ainda dizer para mim, quanta frustação estava dentro deles, por não poderem me mostrar o que eu estava querendo, e tendo que pedir para mim, para eu simplesmente acreditar que eles entregariam E acredito que nos sentimos mais próximos naquele dia, cortamos várias pontas soltas que não faziam bem algum, e forjamos o conceito do que realmente é ser uma equipe criativa Colocamos o carro novamente no centro de nossos pensamentos, e colocamos amor, Eu acredito, bem no centro do processo.
Por falar nisso, aquela equipe chegou a criar seis conceitos diferentes para a próximo modelo daquilo que seria a proposta para a próxima geração depois de SUVs na América. Uma dessas idéias era de um Coupe cruzado -- vocês estam vendo lá embaixo, o X Coupe -- foi muito divertido este projeto. Foi a rendição de nossa moto, o GS, como Carl Magnusson disse, "brutalmente", como a idéia do que seria uma moto, se você adicionasse mais duas rodas. Então, para concluir, a lição que gostaria de trasnmitir para vocês, era essa. Eu também irei roubar uma frase do livro "O Pequeno Príncipe". Há muito a se dizer sobre confiança e amor, se você sabe que estas duas palavras são sinônimos de design. Eu tive um relacinamento muito significativo com minha equipe naquele dia, e permanece assim desde então. E espero que vocês também descubram que há mais em design, e mais em relação a arte do design, do que fazer sozinho. É verdade que a confiança e o amor, faz isto vale a pena.
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O projetista americano Chris Bangle demonstra sua filosofia de que o projeto de um carro é uma forma de arte, com uma narrativa engraçada e, em última instância, tocante, do projeto Deep Blue da BMW, cujo intuito é criar o veículo utilitário do futuro.
Car design is a ubiquitous but often overlooked art form. As chief of design for the BMW Group, Chris Bangle has overseen cars that have been seen the world over, including BMW 7 Series and the Z4 roadster. Full bio »
Translated into Portuguese, Brazilian by Alexandre de Moraes Rodrigues
Reviewed by Wilcley Lima
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Cars are not a suit of clothes; cars are an avatar. Cars are an expansion of yourself: they take your thoughts, your ideas, your emotions, and they multiply it.” (Chris Bangle)
19:37 Posted: Oct 2006
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17:43 Posted: May 2008
Views 370,886 | Comments 52
19:30 Posted: Aug 2006
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